ÚLTIMAS NOTÍCIAS
SELECIONADO PARA VOCÊ
SEMANALMENTE
MANTENHA-SE NO TOPO

As melhores informações sobre criptomoedas direto na sua caixa de entrada.

A China está reforçando os laços econômicos com a América Latina

PorCollins J. OkothCollins J. Okoth
Tempo de leitura: 2 minutos
Mapa e bandeira da China
  • A China, potência asiática, fortaleceu seus laços com os países da América Latina para impulsionar as ideias comerciais.
  • Cinco países da região, incluindo Equador, Chile e Peru, já firmaram acordos de livre comércio com o gigante econômico asiático.
  • As atividades comerciais entre a China e a América Latina cresceram 25 vezes na última década, passando de US$ 12 bilhões em 2000 para US$ 315 bilhões em 2020.

A China tem investido em avanços econômicos para fortalecer seus laços com as economias latino-americanas. Esses laços refletem o esforço chinês para impulsionar as exportações e superar o declínio econômico. A potência asiática iniciou projetos de infraestrutura e firmou acordos comerciais para facilitar suas atividades comerciais na região. 

O governo chinês tem demonstrado interesse em expandir as relações comerciais entre a China e os países da América Latina. O país asiático implementou políticas econômicas e investimentos em infraestrutura na região latino-americana para impulsionar as relações comerciais, numa tentativa de salvar sua economia em declínio. Em duas décadas, o comércio entre a China e a América Latina cresceu 25 vezes. 

A China intensifica os acordos bilaterais com os países da América Latina

O comércio bilateral entre a potência econômica asiática e a região aumentou de US$ 12 bilhões em 2000 para US$ 315 bilhões em 2020. Em 2022, o volume de comércio entre a América Latina e a China atingiu um recorde histórico de mais de US$ 480 bilhões. Alguns economistas acreditam que esse número poderá crescer nos próximos anos, à medida que a China intensifica os acordos bilaterais e as políticas comerciais.

O histórico envolvimento chinês na América Latina abrangeu cinco países, incluindo Equador, Chile e Peru. O ex-ministro da Produção, Comércio, Investimento e Pesca do Equador afirmou que a relação entre os dois países é fundamental para o sucesso do Equador como potência agrícola. 

O ex-ministro destacou que o acordo gera mais impostos para o país do que as exportações para outros mercados. O acordo entre a China e o Equador promove um ambiente de tarifas reduzidas ou isentas de tarifas para 99% das exportações equatorianas para a potência econômica asiática.

Recentemente, odent chinês Xi Jinping inaugurou um megaporto no Peru, avaliado em US$ 3,5 bilhões, sendo a maior parte de propriedade da empresa de transporte marítimo chinesa Cosco. 

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, destacou que o porto reduzirá os custos de transporte em 20% e o tempo de entrega em 23 dias.

“A primeira fase do projeto, quando concluída, reduzirá o tempo de transporte marítimo do Peru para a China para 23 dias, diminuindo assim os custos logísticos em pelo menos 20%. Espera-se que gere US$ 4,5 bilhões em receitas anuais para o Peru e crie mais de 8.000 empregos diretos.”

~ Lin Jian

O porto abre a China para a América Latina por meio de uma rota marítima que conecta diretamente o país asiático à região latino-americana. Espera-se também que o porto atenda outros países, como o Brasil, uma grande potência exportadora de produtos agrícolas e minério de ferro. 

A China fortalece o comércio com a América Latina para salvar sua economia em retração

Segundo a Cátedra Scholl de Negócios Internacionais, a China está tentando salvar sua economia em retração aumentando suas exportações. 

William Reinsch acredita que a gigante econômica está de olho em outras regiões inexploradas, como o hemisfério ocidental, rico em commodities, minerais e produtos. O comércio entre a China e o Peru disparou, dobrando de US$ 11 bilhões em 2012 para US$ 33 bilhões em 2022. 

Os Estados Unidos expressaram preocupações de segurança quanto à possibilidade de o Porto de Chancay ser utilizado pela marinha de Pequim. Os EUA também teriam manifestado preocupação com o crescente papel da China no desenvolvimento do Peru. 

A notícia surge no momento em que o presidentedentDonald Trump prometeu aumentar as tarifas, especialmente sobre produtos chineses. Trump propôs tarifas entre 60% e 100% sobre produtos chineses, bem como impostos entre 10% e 20% sobre todas as importações de parceiros comerciais dos EUA.

Existe um meio-termo entre deixar o dinheiro no banco e arriscar tudo em criptomoedas. Comece com este vídeo gratuito sobre finanças descentralizadas.

Compartilhe este artigo

Aviso Legal. As informações fornecidas não constituem aconselhamento de investimento. CryptopolitanO não se responsabiliza por quaisquer investimentos realizados com base nas informações fornecidas nesta página. Recomendamostrondentdentdentdentdentdentdentdent /ou a consulta a um profissional qualificado antes de tomar qualquer decisão de investimento.

MAIS… NOTÍCIAS
INTENSIVO AVANÇADAS
CURSO