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Estados Unidos e Coreia do Sul ainda divergem sobre a parcela cashdo investimento de US$ 350 bilhões

PorJai HamidJai Hamid
Tempo de leitura: 2 minutos
Estados Unidos e Coreia do Sul ainda divergem sobre a parcela cashdo investimento de US$ 350 bilhões
  • A Coreia do Sul e os EUA ainda divergem quanto à parte cash de um acordo de investimento de 350 bilhões de dólares.
  • Washington quer US$ 25 bilhões anualmente, mas Seul diz que não pode ultrapassar US$ 15 bilhões.
  • Sem um acordo, as tarifas de 25% sobre carros e peças coreanas permanecerão em vigor.

A Coreia do Sul e os Estados Unidos estão em um impasse sobre a parte cash de um acordo de investimento de US$ 350 bilhões, poucos dias antes do encontro entre odentDonald Trump e Lee Jae Myung, em 29 de outubro, na cúpula da APEC em Gyeongju.

A ministra da Indústria da Coreia do Sul, Kim Jung-kwan, admitiu na sexta-feira que a divisão ainda é "acentuada", alertando que pode não haver acordo a tempo para a cúpula. E sim, esse impasse pode comprometer os cortes de tarifas prometidos há meses.

Kim retornou de Washington na manhã de sexta-feira, após uma segunda rodada de negociações comerciais em menos de uma semana, desta vez com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick.

“Do nosso ponto de vista, acreditamos que o valor deva ser menor, enquanto os EUA insistem que precisa ser maior”, disse Kim, referindo-se à parte do acordo que de fato envolve cashvivo, e não apenas promessas no papel. Ele estava acompanhado em Washington pelo Chefe de Política Monetária, Kim Yong-beom, que afirmou que ambos os governos ainda têm um “longo caminho a percorrer” antes que qualquer coisa seja assinada.

As tarifas sul-coreanas permanecem congeladas em 25%

O atraso significa que as tarifas de 25% sobre carros e autopeças coreanas permanecem em vigor, em vez de caírem para 15%, conforme acordado em julho. Enquanto isso, o Japão finalizou seu acordo em setembro, o que agora dá às montadoras sediadas em Tóquio uma grande vantagem de preço sobre as rivais coreanas no mercado americano.

Seul claramente não quer ser pressionada a aceitar os mesmos termos de lucro que o Japão assinou, especialmente quando o ônus cash pode comprometer suas reservas cambiais.

E os valores envolvidos não são pequenos. Segundo o Chosun Ilbo, Washington quer uma média de US$ 25 bilhões por ano durante oito anos, mas Seul insiste que não pode ultrapassar US$ 15 bilhões anualmente. Isso representa uma diferença de US$ 10 bilhões por ano.

E o Banco da Coreia também não está satisfeito. Alertou que US$ 20 bilhões por ano já é o limite máximo, caso não queiram comprometer a estabilidade do won. Qualquer valor acima disso representaria um risco de grandes choques para o sistema financeiro coreano.

O ministro das Finanças, Koo Yun Cheol, afirmou esta semana que os dois países ainda estão definindo a estrutura do pacote, e não discutindo um swap cambial. Isso é estranho, pois no mês passado o primeiro-ministro Kim Min-seok disse à Bloomberg que, sem um swap cambial, o acordo seria um desastre para a economia coreana. Não está claro por que a ideia do swap foi arquivada ou quem a descartou.

Os EUA também exigem uma participação de 90% nos lucros assim que o capital inicial for recuperado, repetindo o acordo já firmado com o Japão. Kim Jong-un admitiu que "ainda não definimos um prazo", mas afirmou que estão "fazendo o possível para manter nossa posição até o fim". Ele não confirmou o valor de US$ 25 bilhões, mas disse que a divisão dos lucros defifaz parte da negociação.

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