Economia

  • A dívida dos Estados Unidos dispara para US$ 6,5 bilhões por dia desde o lançamento do DOGE.

  • A posse prolongada de celulares prejudica a demanda econômica – os americanos não trocam de aparelho como faziam antes.

  • O primeiro-ministro defende a decisão da China de "gerir com cautela" o fluxo de terras raras.

  • O Reino Unido tem um plano para reduzir a dependência de terras raras estrangeiras.

  • O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, afirma que o mundo não precisa mais dos Estados Unidos e zomba de Trump.

  • O rendimento do S&P 500 cai para cerca de 1,2%, o menor nível desde a bolha das empresas ponto com no início dos anos 2000.

  • Reino Unido congelará tarifas ferroviárias no orçamento para aliviar a pressão do custo de vida.

  • Órgão regulador suíço alerta bancos sobre regras frouxas para hipotecas.

  • O Irã reitera sua determinação em investir no desenvolvimento digital, apesar da guerra e das sanções.

  • Trump usa seu estilo de negociação para influenciar a política externa dos EUA.

  • O Tesouro dos EUA retoma mais US$ 785 milhões em dívidas.

  • África do Sul e UE assinam acordo de €750 milhões para mineração e energia verde

  • A confiança do consumidor no Reino Unido despenca antes da apresentação de um orçamento difícil.

  • A Vanguard afirma que os mercados estão sobrevalorizando os cortes de juros do Fed.

  • MELHORES MOEDAS'26
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  • Os Emirados Árabes Unidos prometem até US$ 50 bilhões para o Canadá, enquanto a Cúpula Carney desbloqueia importantes acordos de IA e energia.

  • As sanções de Trump ao petróleo de Putin entram oficialmente em vigor.

  • O primeiro-ministro japonês, Takaichi Sanae, lança o tão aguardado pacote de estímulo de US$ 135 bilhões.

  • O comércio com a China despenca à medida que o mercado de frete dos EUA entra em alerta de "recessão de mercadorias".

  • A recompra de ações por conselhos de administração e executivos de alto escalão atinge o pico desde maio na recente alta do mercado.

  • O Bundesbank prevê uma recuperação da economia alemã no quarto trimestre, após uma década de crescimento lento.

  • Os EUA criaram impressionantes 119.000 empregos em setembro; taxa de desemprego em 4,4%.

  • A pressão bipartidária para a proibição da compra de ações pelo Congresso se intensifica.