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O BCE inicia um período de dois anos para substituir dois terços da sua liderança

PorHannah CollymoreHannah Collymore
Tempo de leitura: 3 minutos
  • O BCE enfrenta a sua maior remodelação de liderança em décadas, com quatro dos seis lugares do Conselho Executivo a ficarem vagos até 2027.
  • As iminentes saídas de Lagarde, de Guindos e Lane podem alterar o equilíbrio de poder norte-sul da zona do euro.
  • Entre os potenciais sucessores de Lagarde estão o espanhol Pablo Hernandez de Cos, o holandês Klaas Knot e o alemão Joachim Nagel.

O Banco Central Europeu (BCE) está se preparando para uma das maiores transições de liderança em décadas, com dois terços de seu Conselho Executivo, composto por seis membros, incluindo adent Christine Lagarde, sendo substituídos nos próximos dois anos. 

O vice-dent Luis de Guindos deixará o cargo em maio de 2026, seguido pelo economista-chefe Philip Lane um ano depois. O mandato de Lagarde termina em outubro de 2027, e o de Isabel Schnabel no Conselho Executivo se encerrará em dezembro do mesmo ano. Somando tudo, isso significa que quatro das seis principais vagas do BCE ficarão vagas até 2027.

As novas nomeações podem afetar o equilíbrio interno do BCE entre o Norte e o Sul. Os países com economias maiores tendem a ter mais influência em questões regionais, enquanto as economias menores se sentem excluídas e clamam por maior inclusão.

O BCE se prepara para uma disputa acirrada por cargos executivos

A corrida para substituir Luis de Guindos como vice-dent já está acirrada. Um dos favoritos é Olli Rehn, governador do banco central da Finlândia e veterano da política da UE. Conhecido por seu estilomatic e centrista, Rehn há muito transita entre a formulação de políticas e a diplomacia.

Clara Raposo, vice-governadora do Banco Central de Portugal, e Cristina Papaconstantinou, sua homóloga grega, também estariam na disputa, e ambas trazem consigo umatronexperiência em bancos centrais e poderiam se beneficiar da crescente preferência dos governos por equilíbrio de gênero nos cargos de liderança.

Também estão na disputa Nadia Calvino, atual presidente do Banco Europeu de Investimento, e Maria Luís Albuquerque, Comissária para os Serviços Financeiros de Portugal. Mais a leste, Boris Vujcic, presidente do Banco Central da Croácia, que conduziu o país à adoção do euro em 2023, pode estar concorrendo à vice-presidência ou ao cargo de economista-chefe.

O cargo de economista-chefe, que ficará disponível a partir de 2027, supervisiona as previsões trimestrais e elabora as propostas de taxas de juros que norteiam os debates sobre a política monetária do BCE. Para a França, trata-se de uma posição particularmente cobiçada. Tendo já ocupado a presidência com Lagarde e, antes dela, com Jean-Claude Trichet, espera-se que Paris faça um grande esforço para manter sua influência nessa área.

Entre os possíveis candidatos franceses estão Laurence Boone, ex-economista-chefe da OCDE e assessora de Emmanuel Macron; Helene Rey, economista renomada da London Business School; Agnès Benassy-Quere, vice-governadora do Banco da França; e Pierre-Olivier Gourinchas, atual economista-chefe do FMI.

Os primeiros nomes a surgir como favoritos para suceder Lagarde

Entre os candidatos mais comentados está Pablo Hernandez de Cos, ex-governador do Banco Central da Espanha e atual presidente do Banco de Compensações Internacionais.

Outra figura de destaque é Klaas Knot, o veterano governador do banco central holandês e ex-presidente do Conselho de Estabilidade Financeira. Como Cryptopolitan noticiado no fim de semana, Lagarde elogiou Knot por possuir o “intelecto, a resistência e a capacidade de inclusão” necessários para o cargo.

O alemão Joachim Nagel, presidente do Bundesbank, também está entre os cotados. Enquanto isso, Isabel Schnabel, atual membro do conselho executivo do BCE, cujo mandato termina poucos meses depois do de Lagarde, também pode se candidatar, aproveitando-se de uma brecha legaldentem 2018.

No entanto, a Alemanha pode ter dificuldades em reivindicar a presidência, mesmo já ocupando outros cargos importantes na UE, nomeadamente a presidência da Comissão Europeia de Ursula von der Leyen e a liderança de Claudia Buch no braço de supervisão do BCE.

Caso os principais candidatos não sejam selecionados, o BCE poderá procurar nomes fora do banco, como fez quando nomeou Lagarde em 2019.

Novas vagas podem surgir se Schnabel e Frank Elderson deixarem seus cargos, o que poderia significar vagas para figuras do Leste Europeu, como o letão Martins Kazaks ou o esloveno Bostjan Vasle.

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