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Investidores chineses envolvidos em saga de empresa imobiliária em Tóquio

PorEdith MuthoniEdith Muthoni
Tempo de leitura: 2 minutos
investidores chineses

Resumo resumido

  • Autoridades fiscais de Tóquio investigam três investidores chineses envolvidos em uma injeção clandestina cash em uma empresa imobiliária japonesa.
  • Os reguladores consideram crucial trabalhar com as autoridades chinesas para descobrir injeções ilegais de dinheiro em empresas japonesas.

Três investidores chineses foram flagrados pelo Departamento Regional de Impostos de Tóquio com sede no Japão empresa imobiliária. Segundo os órgãos reguladores fiscais, os investidores chineses optaram por burlar as regulamentações, investindo aproximadamente US$ 237 milhões na empresa. 

As atividades ilícitas movimentavam a região de Taito, facilitando a circulação de grandes quantias de dinheiro, conforme apurado pela autoridade tributária. No entanto, o relatório aponta que as transferências de criptomoedas foram convertidas em ienes. Segundo o relatório, os três indivíduos utilizaram uma corretora de criptomoedas para realizar seus crimes por mais de três anos. 

A China é conhecida por suas rígidas regulamentações sobre criptomoedas, tendo recentemente proibido toda atividade relacionada a elas, incluindo a mineração. Além disso, o país reluta em permitir que seus cidadãos invistam em empresas offshore, resultando em situações semelhantes.

No entanto, os de Tóquio acreditam que, com a ajuda dos chineses, podem evitar injeções ilegais de dinheiro em seus negócios. Contudo, ainda não se sabe se a China concordará com essa sugestão.

Os procedimentos dos investidores chineses

De acordo com as auditorias dos reguladores fiscais de Tóquio, a empresa acumulou mais de 10 bilhões de ienes em rendimentos anualmente. Além disso, os três investidores chineses mantiveram o negócio por três anos, permitindo que a empresa japonesa ficasse com parte dos lucros como comissão pelos serviços prestados. O negócio consistia em um estúdio fotográfico voltado para turistas que visitavam o Japão. 

A maior parte da comunicação entre os investidores chineses e a empresa de Tóquio ocorreu pelo WeChat. Os investidores colaboraram com outros na China que desejavam entrar no mercado japonês. Devido às regulamentações do governo chinês, qualquer pessoa que desejasse investir 5,6 milhões de ienes ou mais precisava obter uma licença das autoridades governamentais.

O advogado Shingo Mori acredita que o governo chinês irá gradualmente aceitar que seus cidadãos injetem dinheiro em empresas estrangeiras. Além disso, o governo está caminhando para um socialismo tradicional, o que levará a que a maioria das empresas na China fique sob o controle do governo.

Dificuldade em regulamentar o setor de criptomoedas

O setor de criptomoedas demonstra um potencial significativo no mundo financeiro e representa uma excelente proteção contra a inflação das moedas fiduciárias. Embora a China se oponha aos ativos digitais, o Japão ainda acredita nos benefícios que as criptomoedas podem oferecer à sua economia. Contudo, situações como essa comprovam a dificuldade de regulamentar o setor de criptomoedas.

Segundo as autoridades de Tóquio, estavam sendo tomadas medidas para penalizar a empresa imobiliária. No entanto, os prejuízos sofridos pela empresa desde a paralisação das atividades no ano passado as levaram a reconsiderar essa opção.

Assim, espera-se que a China possa unir esforços com seu governo para evitar problemas com a entrada substancial cash proveniente do setor de criptomoedas. Além disso, busca-se encontrar maneiras de evitar situações semelhantes no futuro.

A ignorância é parte do problema, permitindo que empresas recebam dinheiro de fontes desconhecidas. Notavelmente, uma posiçãotrone unida seria um passo progressivo para ambos os países na garantia de uma regulamentação adequada do setor financeiro.

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