O Brasil recebe o ETF Bitcoin iShares da BlackRock com início de negociação em março

- A BlackRock lança o iShares Bitcoin ETF Brazilian Depositary Receipt (BDR) no Brasil, com negociações a partir de 1º de março.
- O ETF, em parceria com a B3, tem como objetivo replicar o desempenho de sua contraparte americana, estando disponível para investidores com pelo menos 1 milhão de reais.
- A BlackRock considera lançar um ETF spot Ethereum no Brasil, aguardando aprovação da SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA)
A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, anunciou o lançamento do seu ETF (fundo negociado em bolsa) iShares Spot Bitcoin , o Brazilian Depositary Receipt (BDR), no Brasil, com início das negociações previsto para 1º de março. Essa iniciativa, em parceria com a B3, provedora de infraestrutura do mercado financeiro brasileiro, marca a introdução de um produto inovador, concebido para oferecer aos investidores brasileiros acesso a investimentos Bitcoin por meio de um título regulamentado.
Karina Saade, presidentedent BlackRock Brasil, anunciou recentemente na sede da empresa em São Paulo o lançamento do iShares BitcoinBitcoinBitcoin BitcoinBitcoinBitcoinBitcoin BitcoinBitcoin por meio de um ativo – o ETF BDR – que pode ser incorporado às suas carteiras. Espera-se que essa iniciativa abra novas oportunidades de investimento e traga ainda mais inovação ao mercado de ETFs.
Sobre o ETF iShares Bitcoin Trust
O ETF BDR iShares Bitcoin Trust, denominado IBIT39, foi criado para oferecer aos investidores a oportunidade de incluir Bitcoin em seus portfólios de investimento como um ativo. Além disso, este produto representa uma extensão internacional do ETF de BTC que a BlackRock lançou nos Estados Unidos em janeiro, com o objetivo de replicar o desempenho do ETF americano. A taxa administrativa é de 0,25%, com isenção da taxa por um ano para os primeiros US$ 5 bilhões em ativos sob gestão.
A elegibilidade para investir neste ETF brasileiro está inicialmente restrita a investidores que possuam pelo menos 1 milhão de reais (US$ 201.000) investidos no mercado, com planos futuros de abrir as vendas ao mercado de varejo, sujeitos à aprovação regulatória. O produto é totalmente tributável e amplia o conjunto existente de 13 ETFs com exposição a criptomoedas já listados na B3, que possuem um valor combinado de 2,5 bilhões de reais (US$ 503 milhões).
O lançamento do IBIT39 ocorre após a aprovação do ETF spot de Bitcoin da BlackRock pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) em 10 de janeiro, que apresentou um rápido crescimento em ativos sob gestão, atingindo US$ 2 bilhões em duas semanas. Esse sucesso foi semelhante ao do fundo spot de Bitcoin da Fidelity, ambos com recordes de estreia na história dos ETFs. Após esse lançamento, a BlackRock manifestou interesse em lançar um ETF spot Ethereum no Brasil, condicionado à aprovação da SEC nos Estados Unidos.
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