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Brasil acolhe ETF Bitcoin iShares da BlackRock com início de negociação em março

PorDamilola LawrenceDamilola Lawrence 2 min de leitura
Brasil recebe o ETF de Bitcoin iShares da BlackRock com início das negociações em março

Brasil recebe o ETF de Bitcoin iShares da BlackRock com início das negociações em março

  • BlackRock lança BDR (Certificado de Depósito Bancário) do ETF iShares Bitcoin no Brasil, com negociações iniciando em março.
  • O ETF, em parceria com a B3, visa espelhar o desempenho de sua contraparte nos EUA, disponível para investidores com pelo menos 1 milhão de reais.
  • BlackRock considera introduzir um ETF de Ethereum à vista no Brasil, dependendo da aprovação da SEC dos EUA

A BlackRock, a maior gestora de ativos do mundo, anunciou o lançamento de seu ETF de depósito brasileiro (BDR) spot Bitcoin iShares no Brasil, com as negociações programadas para começar em 1º de março. Esta iniciativa, em parceria com a B3, provedora de infraestrutura de mercado financeiro do Brasil, marca a introdução de um produto novo projetado para fornecer aos investidores brasileiros acesso a investimentos em Bitcoin por meio de um título regulado.

Karina Saade, presidente da BlackRock Brasil, recentemente fez um anúncio na sede da empresa em São Paulo sobre o lançamento do ETF BDR do iShares Bitcoin Trust, IBIT39. De acordo com ela, este novo desenvolvimento é um avanço significativo nos fundos de investimento negociados em bolsa (ETFs), pois fornece aos investidores acesso ao Bitcoin por meio de um título – o ETF BDR – que pode ser incorporado a suas carteiras. Este movimento deve abrir novas oportunidades de investimento para os investidores e trazer mais inovação ao mercado de ETFs.

Sobre o iShares Bitcoin Trust ETF

O ETF BDR do iShares Bitcoin Trust, nomeado IBIT39, foi criado para oferecer aos investidores a oportunidade de incluir Bitcoin em suas carteiras de investimento como um título. Além disso, este produto representa uma extensão internacional do ETF BTC que a BlackRock lançou nos Estados Unidos em janeiro, visando replicar o desempenho do ETF dos EUA. Possui uma taxa administrativa de 0,25%, com uma isenção de taxa de um ano nos primeiros US$ 5 bilhões de ativos sob gestão.

A elegibilidade para investimento neste ETF brasileiro é inicialmente restrita a investidores que têm pelo menos 1 milhão de reais (US$ 201.000) investidos no mercado, com planos futuros de abrir vendas para o mercado varejista pendentes de aprovação regulatória. O produto é totalmente tributável e se soma ao conjunto existente de 13 ETFs com exposição a criptomoedas já listados na B3, que têm um valor combinado de 2,5 bilhões de reais (US$ 503 milhões).

O lançamento do IBIT39 segue a aprovação do ETF spot BTC da BlackRock pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos em 10 de janeiro, que viu um crescimento rápido nos ativos sob gestão, atingindo US$ 2 bilhões em duas semanas. Este sucesso espelhou o do fundo spot BTC da Fidelity, ambos alcançando meses de estreia recorde na história dos ETFs. Após este lançamento, a BlackRock expressou consideração por um ETF spot de Ethereum no Brasil, condicionado à aprovação da SEC nos Estados Unidos.

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Damilola Lawrence

Damilola Lawrence

Damilola Lawrence cobre notícias sobre mercados de criptomoedas e tecnologia há mais de 5 anos. Ele já compartilhou insights e análises sobre cripto para TheShibMagazine, CryptoMode, Qweens Magazine e The Recording Academy antes de migrar para o Web3. Na Cryptopolitan, é especialista em previsões de preços de criptomoedas. Após concluir sua graduação, iniciou seu mestrado em Cibersegurança de TI na Universidade Maria Curie-Skłodowska.

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