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Voyager Digital enfrenta forte reação negativa e ações judiciais devido a perdas de fundos de clientes

PorBrian KoomeBrian Koome
Tempo de leitura: 2 minutos
Voyager
  • O Comissário da CFTC denunciou Voyager Digital por seu papel na perda de bilhões de dólares em fundos de clientes.
  • O comissário Johnson acusou Voyager Digital de se envolver em práticas enganosas.
  • O Comissário Pham expressou preocupação com a interpretação da CFTC sobre o que constitui um operador de fundo de commodities.

Em uma crítica contundente, a Comissária Kristin Johnson da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities dos Estados Unidos (CFTC) denunciou Voyager Digital por seu papel na perda de bilhões de dólares em fundos de clientes. A crítica surgiu como parte de uma ação judicial mais ampla contra a corretora de criptomoedas.

Críticas regulatórias e ações judiciais

A comissária Johnson acusou Voyager Digital de práticas enganosas, de ignorar sinais de alerta e de realizar uma "diligência prévia mínima", o que, em última análise, levou à perda de fundos dos clientes. Ela descreveu a empresa como um "castelo de cartas" devido às suas falhas na proteção dos ativos dos clientes.

Um dos principais pontos de discórdia foi a negligência da Voyagerna supervisão das atividades de suas subsidiárias de investimento com os fundos dos clientes. Johnson expressou espanto com a falha da Voyagerem responsabilizar essas empresas, enfatizando a falta de pressão exercida para garantir a transparência em suas operações.

A CFTC, em conjunto com a Comissão Federal de Comércio (FTC), entrou com ações judiciais paralelas contra o VoyagerVoyagerVoyager VoyagerVoyagerVoyagerVoyager VoyagerVoyagerplataforma da

Em contrapartida, a FTC chegou a um acordo com Voyager, que impôs à empresa a proibição de oferecer, comercializar ou promover quaisquer produtos ou serviços que facilitem o depósito, a troca, o investimento ou o saque de ativos. Esse acordo está alinhado com o esforço contínuo para proteger os consumidores e mitigar novas perdas.

Consequências financeiras Voyager

Como resultado dessas ações judiciais, Voyager e suas entidades afiliadas concordaram com uma indenização de US$ 1,65 bilhão. Essa quantia substancial destina-se ao reembolso dos clientes durante o processo de falência, proporcionando algum alívio àqueles afetados pelas perdas.

Em julho de 2022, Voyager Digital entrou com pedido de recuperação judicial (Chapter 11), divulgando potenciais passivos que variam de US$ 1 bilhão a US$ 10 bilhões para mais de 100.000 credores. Esse pedido de recuperação judicial foi um desenvolvimento significativo, pois destacou a gravidade da situação e a extensão dos desafios financeiros enfrentados pela empresa.

A comissária da CFTC, Caroline Pham, também se pronunciou sobre o assunto, enfatizando a importância de distinguir entre a gestão de fundos de investidores para negociação de derivativos e a gestão de depósitos e empréstimos. Ela destacou a importância do financiamento e do crédito ao consumidor na economia em geral, sublinhando a necessidade de uma supervisão regulatóriadent .

No entanto, a Comissária Pham expressou preocupação com a interpretação da CFTC sobre o que constitui um operador de fundo de commodities, sugerindo que essa interpretação poderia extrapolar a autoridade estatutária da agência. Ela alertou contra excessos que poderiam perturbar as estruturas legais e regulatórias estabelecidas para empréstimos a instituições e financiamento ao consumidor.

Esforços regulatórios em andamento

Vale destacar que o Comissário Pham já havia solicitado, em 7 de setembro, o estabelecimento de um programa piloto de regulamentação de criptomoedas pela CFTC. Tal programa abordaria os riscos enfrentados por investidores de varejo no mercado de criptomoedas, que está em rápida evolução, demonstrando o compromisso do órgão regulador em proteger os interesses do consumidor.

As ações judiciais contra Voyager Digital e seu ex-CEO representam um marco significativo no cenário regulatório das criptomoedas. Os casos ressaltam a crescente importância de uma supervisão rigorosa para proteger os consumidores e manter a integridade dos mercados financeiros.

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