Bancos israelenses não podem rejeitar depósitos de empresas de criptomoedas sem justa causa: Tribunal

Os bancos israelenses não podem rejeitar pagamentos de empresas de criptomoedas
O juiz do tribunal distrital de Tel Aviv, em uma decisão favorável a uma empresa israelense de mineração de criptomoedas, proibiu os bancos israelenses e a União Nacional de Bancos de encerrar as contas bancárias ou rejeitar pagamentos sem justa causa, informou a mídia local.
A juíza Limor Bibi analisou o caso a pedido da Israminers Ltd. A empresa de mineração de criptomoedas alegou ao tribunal que seu banco estava tentando encerrar sua conta em uma ação que pode ser considerada "ilegal".
O juiz Bibi considerou que a política atual não distingue entre os vários tipos de atividades relacionadas a criptomoedas e, portanto, não pode ser usada como lei na ausência de uma lei que proíba as empresas de criptomoedas de exercerem suas atividades.
A autoridade reguladora orientou os bancos a não encerrarem as contas das empresas de criptomoedas. Os bancos, no entanto, argumentaram que a política nacional exige a implementação do procedimento "Conheça seu Cliente" (KYC). Além disso, para combater a lavagem de dinheiro, precisam restringir suas operações na ausência de dados do remetente.
O juiz Bibi concedeu aos bancos israelenses o direito de rejeitar qualquer transação que lhes impeça de exercer a devida diligência em relação à política nacional, ao mesmo tempo que os proibiu de encerrar contas de empresas de criptomoedas sem justificativa adequada.
Essa decisão pode não afetar a empresa de criptomoedas em si, mas provavelmente impactará o mercado de criptomoedas como um todo no país, já que as empresas que permitem transações anônimas podem não conseguir continuar operando em Israel.
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Aroosa Nadeem
Aroosa, graduada em comunicação e apaixonada pela área, tem um talento especial para o jornalismo digital e a divulgação em mídias sociais. Ela já contribuiu com conteúdo para diferentes veículos de mídia digital em diversas áreas, incluindo tecnologia, saúde e finanças.















