Hamas alimenta a 'resistência palestina' por meio de criptomoedas

hamas adota bitcoin para financiamento
O movimento de luta pela liberdade palestino, rotulado como terrorista por decreto das Nações Unidas, adotou agora criptomoedas na tentativa de manter seus fluxos de caixa ativos para o movimento anti-Israel, segundo relatos da mídia.
A medida foi tomada para realizar transações monetárias seguras, sem o temor de inteligência israelense e outras autoridades. O Hamas tem apoio ativo em países muçulmanos ao redor do mundo e a organização agora recebe doações em Bitcoin e Bitcoin Cash.
O Hamas recorreu às redes sociais para pedir doações, e os canais oficiais emitiram uma declaração contra Israel, alegando que a resistência palestina tem sido repetidamente sufocada pelo bloqueio financeiro do "inimigo sionista". A publicação nas redes sociais também convida apoiadores de todo o mundo a aproveitar esta oportunidade para financiar o movimento de resistência.
Por outro lado, o Whitestream – agência de inteligência israelense – tem monitorado transações para identificar conexões com o Hamas e, até o momento, encontrou contas nas corretoras Bittrex, Coinbase e Binance. A agência afirma que o Hamas está utilizando essas contas para arrecadar fundos.
Agência israelense acredita que diversos pagamentos realizados por meio de bancos, casas de câmbio e outros métodos são canalizados para contas de criptomoedas a fim de financiar grupos militantes do Hamas e atividades políticas na região.
Essa manobra já foi utilizada por diferentes grupos, como o Estado Islâmico. Agora, revelou-se que o Hamas também utiliza canais semelhantes.
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Rommel Dumlao
Rommel é escritor, editor e provedor de conteúdo. É freelancer há dez anos e atuou em diversos formatos, incluindo artigos de revistas, blogs, mídias sociais e redação publicitária.















