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Nações do G7 consideram confiscar US$ 300 bilhões em ativos russos congelados em meio ao conflito na Ucrânia

PorBrian KoomeBrian Koome
Tempo de leitura: 2 minutos
G7
  • Os EUA querem confiscar US$ 300 bilhões em ativos russos congelados devido à Ucrânia, mas outras nações do G7 estão indecisas.
  • A Rússia se opõe às medidas de confisco de ativos relacionados à moeda lastreada em ouro dos BRICS.

Os Estados Unidos, com o apoio do Reino Unido, Japão e Canadá, estariam pressionando do G7 a explorarem a possibilidade de confiscar cerca de 300 bilhões de dólares em ativos russos que foram congelados em resposta à invasão da Ucrânia pela Rússia. 

A apresentação desta iniciativa está prevista para fevereiro, marcando o segundo aniversário do conflito em curso na Europa Oriental. Embora alguns países do G7 sejam favoráveis ​​à proposta, Alemanha, França, Itália e a União Europeia manifestaram reservas quanto à apreensão de bens soberanos russos. 

Vale ressaltar que o foco desse esforço parece estar nos ativos pertencentes ao banco central da Rússia, e não naqueles pertencentes às elites russas.

Iniciativa liderada pelos EUA e grupos de trabalho propostos

Os Estados Unidos estão liderando os esforços para a confiscação desses ativos congelados, buscando o apoio de seus aliados do G7. A abordagem envolve a criação de três grupos de trabalho com tarefas específicas:

Mecanismos de Confisco de Ativos: O primeiro grupo de trabalho seria encarregado de analisar os aspectos técnicos do confisco dos ativos russos congelados. Isso envolveria adentdas etapas práticas necessárias para executar o confisco.

Implicações legais: O segundo grupo de trabalho se concentraria em examinar as implicações legais de tal ação. Isso inclui avaliar os potenciais desafios legais e as consequências da apreensão desses bens.

Utilização para a Ucrânia: O principal objetivo do terceiro grupo de trabalho seria explorar como os bens confiscados poderiam ser usados ​​para apoiar a Ucrânia, que vem enfrentando desafios econômicos devido ao conflito em curso.

Resposta e preocupações da Rússia

A Rússia condenoutrona proposta de confiscar seus ativos congelados, argumentando que tal ação violaria os princípios do livre mercado. Um alto funcionário russo, que permaneceu anônimo, transmitiu a posição da Rússia, afirmando:

“Vamos ver o que eles decidem. A proteção da propriedade privada é uma vaca sagrada que os alimenta há muitos séculos.” 

Esse sentimento destaca a oposição da Rússia a qualquer medida que possa prejudicar os direitos de propriedade, particularmente aqueles relacionados a ativos soberanos.

Com esses desenvolvimentos, a Rússia tem discutido a possibilidade de criar uma nova moeda dentro da aliança econômica BRICS. Sergey Glazyev, ex-ministro russo, revelou em entrevista à TV BRICS que progressos significativos foram feitos para o estabelecimento dessa moeda. 

Acredita-se que a moeda seja, pelo menos em parte, lastreada em ouro, visando oferecer uma alternativa às moedas fiduciárias tradicionais. No entanto, sua implementação depende da obtenção do apoio político dos países membros do BRICS.

Glazyev enfatizou a prontidão técnica da moeda, afirmando:

“Precisamos apenas de vontade política, porque tecnicamente essa moeda está quase pronta. O software e as ferramentasmaticjá foram criados.”

Ele também destacou que alguns países membros do BRICS já manifestaram apoio à ideia, com foco principal em obter o apoio da China e da Índia para impulsionar essa iniciativa.

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