Lagarde, do BCE, afirma que um possível acordo comercial entre EUA e UE não está muito longe das projeções do banco central

- Christine Lagarde,dent do Banco Central Europeu (BCE), afirmou que o acordo comercial entre os EUA e a UE não estava muito distante da previsão básica do banco.
- Ela observou que a incerteza persiste em setores-chave como o farmacêutico e o de semicondutores.
- Lagarde também afirmou que a equipe do BCE revelará as implicações do acordo comercial EUA-UE para a economia europeia nas próximas projeções de setembro.
Christine Lagarde,dent do Banco Central Europeu (BCE), afirmou na quarta-feira que o recente acordo comercial com os EUA não se desviou muito da previsão básica do banco. Ela também observou que as negociações comerciais resultaram em tarifas mais altas sobre produtos da UE para os EUA do que as tarifas de abril.
No Conselho Empresarial Internacional do Fórum Econômico Mundial, Lagarde revelou que o recente acordo comercial estabeleceu tarifas entre 12% e 16% para as importações americanas de produtos da UE. Ela acredita que as taxas de 15% sobre a maioria dos itens no acordo firmado no mês passado evitaram uma guerra comercial e proporcionaram maior clareza às empresas.
O funcionário do banco afirmou que as tarifas ainda eram superiores às projeções de referência do BCE em junho.
Lagarde afirma que o acordo comercial EUA-UE afetará o crescimento econômico.
Odent do BCE reconheceu que o acordo comercial também está abaixo do pior cenário previsto para as tarifas americanas. A instituição financeira havia projetado tarifas americanas superiores a 20% sobre produtos da UE em suas projeções de junho.
Lagarde acredita que o acordo entre os dois países afetará o crescimento econômico até 2026. A previsão da instituição financeira, divulgada em junho, aponta para um crescimento econômico de 1,1% no próximo ano. Revelou também que, em cenários mais desfavoráveis, o crescimento teria caído para 0,7%.
Segundo o banco central europeu, ainda há incertezas devido a taxas não especificadas sobre produtos farmacêuticos e semicondutores. Conforme relatado pela Cryptopolitan, o acordo comercial de 15% não incluía produtos farmacêuticos.
Lagarde afirmou que a equipe do BCE revelará as implicações do acordo comercial EUA-UE para a economia europeia nas próximas projeções de setembro. Ela também declarou que as projeções do próximo mês orientarão as decisões do Banco Central Europeu nos próximos meses.
Lagarde argumentou que a UE tinha umtron tracde parceiros comerciais, com 72 países envolvidos em relações comerciais. Ela também afirmou que a região possui a maior rede de acordos comerciais do mundo.
“Embora os Estados Unidos sejam – e continuarão sendo – um importante parceiro comercial, a Europa também deve buscar estreitar seus laços comerciais com outras jurisdições, aproveitando os pontos fortes de sua economia voltada para a exportação.”
–Christine Lagarde, Presidentedent Banco Central Europeu.
Adent do BCE afirmou que o crescimento global se manteve estável apesar do momento desafiador na economia mundial devido às recentes tensões comerciais. Ela acredita que as perturbações na política comercial dos EUA levaram à continuidade do crescimento econômico.
A antecipação dos pagamentos no primeirotronleva a um crescimento econômico mais forte do que o esperado
Lagarde afirmou que o aumento dos estoques no primeiro trimestre, devido à incerteza em relação às tarifas, levou a um crescimento maistrondo que o esperado para o período. Segundo o Fundo Monetário Internacional, o crescimento de janeiro a março foi 0,3% superior à previsão feita em abril. A instituição observou que o comércio internacional e os investimentos impulsionaram a maior parte da atividade no trimestre.
O BCE afirmou que ainda existe incerteza global impulsionada pelas tarifas americanas, apesar do aumento recente nos acordos comerciais. Revelou também que um índice de incerteza da política comercial global caiu cerca de 50% em relação ao pico de abril, mas permanece bem acima da média histórica.
A instituição financeira também observou que a economia da UE manteve-se resiliente este ano, apesar da intensificação das políticas comerciais dos EUA. O BCE afirmou que a antecipação global de gastos no início do ano beneficiou grande parte da economia europeia, que é orientada para a exportação.
Segundo o BCE, o setor farmacêutico registrou umtroncrescimento da produção de janeiro a março. O banco também observou que esse efeito está se revertendo devido à implementação do aumento das tarifas. O BCE afirmou que a desaceleração esperada no crescimento econômico da UE já eradent no segundo trimestre.
Segundo o banco central europeu, otronconsumo privado e o investimento também contribuíram para o crescimento econômico em 2025. O banco também observou que o mercado de trabalho permaneceutron, com a UE registrando uma taxa de desemprego de 6,2% em junho.
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Collins J. Okoth
Collins Okoth é jornalista e analista de mercado com 8 anos de experiência na cobertura de criptomoedas e tecnologia. Ele é Analista Financeiro Certificado (CFA) e possui formação emmaticAtuarial. Collins já trabalhou como redator e editor na Geek Computer e na CoinRabbit.
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