Empresas brasileiras de criptomoedas veem esperança com a reabertura da investigação sobre a proibição bancária

A luta contra a recusa de instituições bancárias em prestar serviços a empresas brasileiras de criptomoedas ganhou força. O impulso surge após o recente anúncio do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) de reabrir as investigações sobre o assunto.
CADE reabrirá sua investigação
O CADE, órgão regulador da concorrência no Brasil, votou pela retomada da investigação sobre a recusa dos maiores bancos do país em atender empresas brasileiras do setor de criptomoedas, bem como o encerramento de suas contas. Segundo a reportagem, as investigações se baseiam na alegação de que os bancos estão infringindo a lei brasileira de defesa da concorrência.
Vale ressaltar que o órgão regulador antitruste iniciou as investigações sobre o assunto nos últimos dois anos, quando os bancos começaram a excluir empresas brasileiras de criptomoedas de seus serviços. No entanto, a investigação do CADE não prosseguiu até o presente momento, pois a unidade investigativa arquivou o caso por questões técnicas.
O último relatório do CADE confirmou que o órgão regulador reabrirá as investigações. A assessora do CADE, Lena Prado, afirmou que os bancos não têm justificativa para negar serviços às empresas brasileiras de criptomoedas.
Além disso, de acordo com o relatório, um tribunal composto por sete membros do departamento antitruste retomará as investigações.
A proibição de empresas brasileiras de criptomoedas
As empresas brasileiras de criptomoedas vêm enfrentando rejeição há muito tempo. Segundo as investigações realizadas até o momento pelo CADE, as instituições bancárias se recusavam a prestar serviços às empresas por acreditarem que elas estariam envolvidas em lavagem de dinheiro.
No entanto, Fabiano Dias, um dos executivos da Bitwage, uma empresa de processamento de pagamentos em criptomoedas, refutou a alegação dos bancos:
Somos mais rigorosos na verificação da legitimidade do dinheiro que movimentamos do que bancos e agências governamentais. No que diz respeito às empresas de criptomoedas, e posso afirmar isso em nome de nossos parceiros no Brasil, temosdent em nossos procedimentos de KYC (Conheça Seu Cliente), garantindo que apenas profissionais legítimos sejam atendidos, ajudando-os a otimizar seus pagamentos e finanças.
Com a reabertura da investigação, espera-se que as de criptomoedas do país possam eventualmente operar com as instituições bancárias.
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