Brasil transformará cotações Bitcoin em música orquestral ao vivo

- Um novo projeto orquestral brasileiro transformará dados de preços Bitcoin em tempo real em música.
- O projeto arrecadou cerca de 1,09 milhão de reais (US$ 197.000) utilizando o programa de incentivo fiscal à cultura do Brasil.
- Combina finanças, matemática e física com música, mas não utiliza a tecnologia blockchain.
Um novo projeto orquestral no Brasil pretende transformar os dados de preço do Bitcoinem música ao vivo. Fontes próximas ao projeto indicaram que a captação de recursos foi autorizada por meio de um programa do governo que oferece incentivos fiscais para projetos culturais.
O Diário Oficial da União revelou que esse processo de aprovação permitiu que a iniciativa arrecadasse aproximadamente 1,09 milhão de reais, o equivalente a cerca de US$ 197.000. Esses recursos foram obtidos principalmente de empresas privadas e doadores individuais para desenvolver um concerto instrumental que utiliza dados financeiros para compor música, incorporando ideias geradas a partir da arte, matemáticamaticeconomia e física.
No entanto, fontes apontaram que a notícia não revelou se alguma tecnologia blockchain estaria envolvida na apresentação. Foi mencionado que o concerto acontecerá em Brasília, a moderna capital federal planejada do Brasil.
O Brasil adota uma abordagem diferente no setor de criptomoedas
Recentemente, surgiram notícias de que a descrição do novo projeto orquestral foi divulgada. Nessa descrição, foi revelado que a iniciativa utilizará um algoritmo que permitirá transformar valores monetários em notação musical com facilidade. Esse processo será possível graças ao monitoramento em tempo real das flutuações de preço do Bitcoin e de dados técnicos relacionados durante a apresentação.
Esses dados de entrada são essenciais neste espetáculo, pois ajudam a moldar a melodia, o ritmo e a harmonia enquanto a orquestra executa a apresentação ao vivo.
Além disso, este método visa proporcionar aos indivíduos uma experiência auditiva das flutuações do BTC, transformando o sentimento do mercado em música, combinando instrumentos orquestrais tradicionais com composições inspiradas em dados.
Entretanto, fontes familiarizadas com a situação afirmaram que a aprovação confirmou que a iniciativa recém-adotada atende aos requisitos da Lei Rouanet do Brasil e marca a conclusão de uma revisão técnica, permitindo que os patrocinadores deduzam suas doações do imposto de renda de forma efetiva.
Após essa declaração, indivíduos no ecossistema cripto iniciaram discussões acaloradas. Para abordar a controvérsia, autoridades brasileiras tentaram explicar que o novo projeto orquestral se enquadra na categoria de “Música Instrumental”, o que, segundo elas, afeta o processo de solicitação de benefícios fiscais. Ressaltaram também que a arrecadação de fundos está prevista para terminar em 31 de dezembro.
Por outro lado, vários analistas decidiram opinar sobre o tema em discussão. Eles argumentaram que tal projeto se baseia em experiências anteriores em arte algorítmica que utilizaram dados relacionados a criptomoedas e outros dados do mundo real como inspiração para trabalhos inovadores.
Brasil garante reconhecimento para arte digital programável que responde às variações de preço do Bitcoin
Um grupo em São Francisco, focado principalmente em arte digital programável, lançou uma obra em 2020. Essa obra adaptou sua aparência em resposta às flutuações de preço do Bitcoin.
Essa iniciativa, conhecida como Right Place & Right Time (Lugar Certo e Hora Certa) pelo artista Matt Kane, utilizava dados de mercado em tempo real da criptomoeda para evitar que as flutuações no valor do Bitcoinalterassem os elementos visuais da obra de arte.
Notavelmente, esta obra foi apresentada através da Async Art, uma plataforma blockchain para arte digital programável e interativa (NFTs). Naquela época, Kane organizou a obra em uma imagem principal "Mestre", composta por diversas camadas separadas. Cada camada respondia à movimentação do preço do BTC, com as alterações nos dados impactando significativamente aspectos como tamanho, rotação e posicionamento ao longo do tempo.
Além disso, fontesdentoutro artista em uma área semelhante. Esse artista se chamava Refik Anadol. Segundo relatos, ele utilizava inteligência artificial, algoritmos e grandes conjuntos de dados para criar instalações imersivas.
Essas instalações poderiam transformar diversas fontes, como detalhes ambientais e registros históricos, em arte visual que se modifica ao longo do tempo.
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Nélio Irene
Nellius é formada em Administração de Empresas e TI, com cinco anos de experiência no setor de criptomoedas. Ela também é graduada pela Bitcoin Dada. Nellius já contribuiu para importantes publicações de mídia, incluindo BanklessTimes, Cryptobasic e Riseup Media.
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