- Bitcoin está preso entre US$ 58.000 e US$ 65.000, lutando para sair dessa faixa.
- Os ETFs Bitcoin à vista, como o da BlackRock, registraram suas primeiras saídas de capital em meses, sinalizando hesitação por parte dos investidores.
- Os dados da inflação nos EUA vieram abaixo do esperado, e o Fed pode cortar as taxas de juros, mas Bitcoin não está reagindo muito.
Bitcoinestá estagnado. Esta semana, não conseguiu ultrapassar os US$ 65.000 e recuou para a faixa entre US$ 58.000 e US$ 60.000. Os ganhos da semana passada? Sumiram. Os analistas de mercado já previam isso, especialmente após quatro dias consecutivos de saídas de capital dos ETFs Bitcoin à vista.
Até mesmo o fundo IBIT da BlackRock registrou uma saída de US$ 13,5 milhões — a primeira em quase quatro meses. O sentimento não é totalmente positivo, mas também não é um desastre.
Por que isso está acontecendo? A culpa é do ambiente macroeconômico. Os números da inflação nos EUA ficaram um pouco abaixo do esperado — 2,5% em relação ao ano anterior, em vez dos 2,6% previstos pelos analistas.

Isso leva o Federal Reserve a adotar uma postura mais flexível no próximo trimestre. As ações estão em alta, com o Dow Jones atingindo um recorde histórico, mas Bitcoin parece imune a tudo isso. É como se o mercado de criptomoedas estivesse apenas esperando que algo importante aconteça antes de se movimentar.
O próximo relatório de empregos não agrícolas (NFP, na sigla em inglês) pode ter algum impacto. Se os números forem piores do que o esperado, isso poderiatrona possibilidade de um corte na taxa de juros dos EUA no quarto trimestre. As probabilidades? Cerca de 33% para um corte de 25 pontos-base e 67% para um corte de 50 pontos-base. Mas, novamente, o que isso significa para Bitcoin? Difícil dizer.
O analista Matthew Hyland acredita que Bitcoin precisa atingir uma "máxima mais alta" para se manter em sua atual tendência de alta. Ele destaca que:
“Precisamos mesmo começar a reagir e atingir uma máxima mais alta para confirmar ainda mais que estamos nessa tendência de alta que vem ocorrendo desde agosto.”
Nem tudo é ruim. Se Bitcoin cair abaixo de US$ 57.700, precisa se manter em US$ 56.000. "Se perdermos esse nível de US$ 56.000, será uma mínima ainda menor", acrescentou Matthew.
Matthew também mencionou que, desde agosto, Bitcoin tem estado em um ciclo de "mínimas e máximas cada vez mais altas". Mas esse padrão não é infalível. Tanto julho quanto agosto começaram com algumas retrações significativas, mostrando o quão volátil o mercado pode ser.

E com as eleições se aproximando, as coisas não vão ficar menos caóticas. Matthew prevê que veremos "alguma instabilidade" antes da eleição, o que significa mais dessa alternância constante em que estamos presos agora.
Historicamente, setembro sempre foi o pior mês para Bitcoin. Sem grandes movimentos, apenas uma lateralização. Se você espera uma alta repentina, pode ter que esperar um bom tempo.
No momento da publicação desta notícia, Bitcoin está cotado a US$ 59.141 — bem no meio da faixa de preço. É uma questão de esperar, e paciência é fundamental.
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