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A Venezuela explora criptomoedas para transações internas e externas

PorIbiam WayasIbiam Wayas
Tempo de leitura: 2 minutos
Venezuela

As autoridades venezuelanas estariam considerando a possibilidade de usar diversas moedas digitais para facilitar o comércio local e internacional. O país tem enfrentado dificuldades para participar livremente dos mercados internacionais após as sanções impostas pelos Estados Unidos. Para boicotar o uso do dólar americano, o país criou inicialmente uma moeda digital nacional chamada Petro.

Autoridades venezuelanas estudam moedas digitais

No entanto, na terça-feira, o presidentedent Venezuela, Nicolás Maduro, teria revelado que estão estudando a possibilidade de incluir outras moedas digitais para transações nacionais e internacionais. As criptomoedas seriam usadas juntamente com a moeda digital nacional, o Petro, tanto como ferramenta privada quanto estatal, segundo reportagem da Sputnik News.

Entretanto, essa medida faz parte da anti-sanções lei na Assembleia Nacional Constituintedent. A lei visa impulsionar o desenvolvimento de diferentes setores do país.

Durante uma transmissão no Twitter, odent Maduro teria dito que a lei anti-sanções é a primeira resposta das autoridades que visa fortalecer “o uso do petro e de outras criptomoedas, nacionais e globais, no comércio interno e externo, para que todas as criptomoedas do mundo, estatais e privadas, possam ser utilizadas”.

No entanto, essa lei ainda está em desenvolvimento.

Petro venezuelano 

Desde então, o país latino-americano se abriu para as moedas digitais, especialmente o Petro, para evitar o uso do dólar americano. Esta é provavelmente a principal razão por trás do desenvolvimento da criptomoeda Petro, que é lastreada por um número considerável de barris de petróleo. Pode-se dizer que a moeda digital nacional incentivou a adoção de outras moedas digitais no país. Isso é bastantedent visto que a Venezuela foi recentemente classificada como um dos países com maior uso de criptomoedas. Vale ressaltar também que muitos venezuelanos e o governo optaram por contornar as sanções dos EUA usando moedas digitais como Bitcoin.

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