A pressão dos EUA para obter participação na Intel é considerada vital para a segurança nacional

- O governo Trump está considerando investir na Intel usando fundos da Lei CHIPS.
- O analista Gil Luria afirma que a intervenção do governo é necessária para proteger a segurança nacional e fortalecer a produção de chips nos EUA.
- O financiamento e o desenvolvimento da Intel têm atraído atenção, levando a pedidos por uma supervisão governamental mais rigorosa.
Na sexta-feira, 15 de agosto, Gil Luria, chefe de Pesquisa Tecnológica, destacou a urgência da participação da inteligência governamental nas operações da Intel para fortalecer a segurança nacional. Seus comentários vieram após a notícia de que o governo Trump está considerando investir na gigante da tecnologia.
Em entrevista, Luria observou que, embora geralmente se oponham ao controle governamental sobre empresas privadas, as circunstâncias atuais deixam poucas alternativas — argumentando que a participação direta do governo é agora essencial para salvaguardar a segurança da nação.
O plano de Washington de investir na Intel gerou inúmeras controvérsias entre indivíduos
Na quinta-feira, 14 de agosto, uma fonte confiável informou que o governo Trump está de olho na Intel para investir significativamente no ecossistema tecnológico. A notícia foi recebida com reações diversas.
Alguns criticaram o plano do governo americano, afirmando que, como a fabricante de chips é uma empresa de tecnologia em dificuldades, sua intenção de investir na empresa visa principalmente assumir o controle total de suas operações em meio à era do boom da IA. Outros apontaram que o envolvimento do governo americano nas operações da empresa de tecnologia representa uma vantagem significativa. Eles citam os dados recentes do mercado, que mostram uma valorização de 7% das ações da $INTC, como prova de que o envolvimento do governo pode impulsionar as perspectivas da empresa.
Considerando a acirrada competição entre os fabricantes de semicondutores e as constantes preocupações com a segurança nacional, os debates sobre o futuro da Intel estão se intensificando entre os investidores. Eles tendem a levar em conta a capacidade produtiva futura da empresa e o apoio político concedido para sustentar o ritmo lento de desenvolvimento da Intel.
Ao ser questionada sobre o assunto em discussão, a Intel optou por não se manifestar.
Além das preocupações com a segurança nacional, Luria destacou as vantagens desse investimento. Para ele, esse investimento representa uma mudança radical para o desenvolvimento da Intel. Ademais, consolidará sua posição como fornecedora global de chips para os EUA, reduzindo a dependência do país em relação a concorrentes como a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC) e a Samsung.
Ele baseou seu argumento nas declarações anteriores dodent dos EUA, Donald Trump, de que aumentaria a produção de chips e tecnologia avançada no país.
Ainda assim, permanece incerto como o governo Trump afetará as operações da Intel e os critérios que serão aplicados durante o investimento. O que foi divulgado é que os executivos usarão recursos da Lei CHIPS para realizar o investimento.
O que foi divulgado é que as autoridades usarão fundos da Lei CHIPS para investir.
O financiamento da Intel está sob escrutínio, com analistas pedindo supervisão governamental
Nos termos da Lei CHIPS, o Departamento de Comércio forneceu à Intel US$ 7,9 bilhões e mais US$ 3 bilhões para apoiar o programa Secure Enclave do Pentágono.
Sobre essa doação, Luria comentou que essa era uma das oportunidades que a Intel teve para desenvolver a empresa, mas não aproveitou. O analista pediu que a inteligência do governo interviesse para conter essa situação. Segundo ele, o governo Trump concederá benefícios injustos à Intel e, caso isso aconteça, o governo poderá ter direito a uma participação na empresa.
Para demonstrar a gravidade da situação, Lip-Bu Tan, CEO da Intel, reuniu-se com Trump na Casa Branca na segunda-feira, 11 de agosto, dias depois de o presidente dos EUAdent pedido a demissão do diretor executivo, alegando que ele havia formadotronlaços com a China.
Luria fez coro com declarações recentes do CEO da OpenAI, Sam Altman, e do CEO da Meta, Mark Zuckerberg, que enfatizaram a necessidade de envolvimento do governo no setor de tecnologia, especialmente em vista das preocupações de que uma inteligência artificial superinteligente possa desencadear uma nova era de proliferação de armas nucleares.
O analista não parou por aí; ele enfatizou ainda que não podem ficar de braços cruzados enquanto outros fabricam cartuchos para seus arsenais nucleares. Portanto, ele insistiu que as autoridades competentes sejam acionadas para tomar as medidas corretas.
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Nélio Irene
Nellius é formada em Administração de Empresas e TI, com cinco anos de experiência no setor de criptomoedas. Ela também é graduada pela Bitcoin Dada. Nellius já contribuiu para importantes publicações de mídia, incluindo BanklessTimes, Cryptobasic e Riseup Media.
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