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Gigantes da tecnologia notificam a UE sobre o cumprimento das regras antitruste digitais

PorDamilola LawrenceDamilola Lawrence
Tempo de leitura: 2 minutos
Gigantes da tecnologia notificam a UE sobre o cumprimento das regras antitruste digitais
  • Gigantes da tecnologia, incluindo Amazon, Apple, Google, Microsoft e outras, notificaram a UE sobre sua conformidade com as regras antitruste digitais.
  • As regulamentações da UE visam conter o domínio das plataformas intermediárias e promover a concorrência leal.
  • As empresas designadas como intermediárias enfrentarão obrigações como restrições à pré-instalação de determinados aplicativos e favorecimento de seus próprios serviços, além de deverem permitir sistemas de pagamento de terceiros e downloads de aplicativos alternativos.

 Diversas empresas de tecnologia de destaque, incluindo Amazon.com Inc., Apple Inc., Alphabet Inc. (empresa controladora do Google) e Microsoft Corp., informaram oficialmente à União Europeia (UE) que atendem aos requisitos para se submeterem às regulamentações antitruste digitais do bloco. Espera-se que esse anúncio tenha implicações de longo alcance para a forma como essas líderes do setor operam dentro da UE.

De acordo com a Lei dos Mercados Digitais (DMA), que entrou em vigor em novembro de 2022, as empresas são designadas como gatekeepers se ultrapassarem determinados limites. Esses limites incluem ter uma capitalização de mercado de pelo menos € 75 bilhões e fornecer um serviço de plataforma principal com mais de 45 milhões de usuários ativos mensais. O grupo de gigantes da tecnologia, que também inclui a Meta Platforms Inc., a SamsungtronCo. e a ByteDance, notificou a UE sobre sua qualificação como gatekeepers segundo as novas regras tecnológicas da UE.

Uma vez designadas como intermediárias, essas gigantes da tecnologia enfrentarão um conjunto de obrigações e restrições destinadas a garantir a concorrência leal e proteger os interesses dos consumidores. As regulamentações, que entrarão em vigor em março de 2024, proibirão que os serviços digitais pré-instalem determinados aplicativos e deem tratamento preferencial aos seus próprios serviços. Essas empresas também serão obrigadas a limitar a combinação de dados pessoais entre diferentes serviços e a permitir sistemas de pagamento de terceiros em suas plataformas. Além disso, deverão permitir que os usuários baixem aplicativos de lojas online alternativas em seus dispositivos móveis.

O comissário europeu da Indústria, Thierry Breton, destacou a importância desses desenvolvimentos, afirmando: "A Europa está reorganizando completamente seu espaço digital para melhor proteger os cidadãos da UE e impulsionar a inovação para startups e empresas da UE". O objetivo da UE é encontrar um equilíbrio entre a proteção do usuário e a promoção de um ecossistema digital competitivo que incentive a inovação e apoie o crescimento de startups.

UE deverá confirmar designações de responsáveis ​​pela gestão de fronteiras até setembro

A Comissão Europeia deverá agora rever e confirmar as designações de entidades de controlo até 6 de setembro. A Comissão irá examinar minuciosamente os dados fornecidos pelas empresas antes de tomar uma decisão final. Uma vez confirmadas, as empresas designadas terão seis meses para garantir o cumprimento das regras da DMA.

O não cumprimento das normas pode resultar em penalidades substanciais. As empresas que violarem as regras podem ser multadas em até 10% do seu faturamento global anual. As rigorosas medidas de fiscalização reforçam o compromisso da UE em criar condições equitativas e em conter o domínio das gigantes da tecnologia no mercado digital.

A Booking.com, uma das principais agências de viagens online, também manifestou a intenção de cumprir o limite estabelecido para agências de viagens até o final deste ano e notificar o executivo da UE nesse sentido. A empresa pretende atender às regulamentações da UE e contribuir para um ambiente digital justo e competitivo, conforme previsto pela DMA (Agência de Gestão da Defesa).

A conformidade das principais empresas de tecnologia com as regras antitruste digitais da UE representa um passo significativo para moldar o futuro do mercado digital na União Europeia. À medida que a Europa prossegue seus esforços para reestruturar o espaço digital, a indústria de tecnologia e seus stakeholders aguardam ansiosamente o impacto dessas regulamentações no fomento da inovação, na proteção dos consumidores e na promoção da concorrência leal.

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