A única dificuldade enfrentada pelo setor de criptomoedas na Suíça era o acesso limitado das criptomoedas ao sistema bancário. Agora, a Associação Bancária Suíça encontrou a solução para esse problema. Ao fornecer diretrizes e procedimentos aos bancos, essa deficiência pode ser reduzida, pois essas diretrizes ajudarão os bancos a lidar com startups de criptomoedas. Com isso, a Suíça poderá acolher todos os projetos que foram transferidos para outros países devido ao acesso limitado ao sistema bancário.
A Suíça é considerada o berço das criptomoedas e das startups de blockchain. Possui mais de 500 blockchains em Zurique, Zug, entre outras cidades. Esse grande número de blockchains exigia a intervenção dos bancos em suas operações diárias, como depósitos, saques e outras atividades. No entanto, a realização de todas essas operações era dificultada pelas restrições impostas pelos bancos suíços ao setor de criptomoedas, visando evitar lavagem de dinheiro e outras fraudes.
Para superar esse problema, as diretrizes ajudarão os bancos a abrir contas para empresas de forma eficaz, segura e fácil. Com essa estrutura legal, os bancos não serão afetados.
Um grupo de especialistas da Crypto Valley Association e representantes do setor bancário será formado para estabelecer as diretrizes. As diretrizes terão foco nas ICOs, visto que são frequentemente utilizadas por empresas para arrecadação de fundos. Algumas empresas não seguem todas as regras e regulamentações ao lançar ICOs, o que resulta em lavagem de dinheiro.
Por isso, os bancos suíços evitavam realizar operações com blockchain. Com as novas diretrizes, esse problema pode ser resolvido, pois elas se concentrarão em todas as ambiguidades que podem resultar em lavagem de dinheiro. O processo de Conheça Seu Cliente (KYC) será obrigatório para empresas que atuam em ICOs. Isso ajudará o banco a verificar se a conta é elegível ou não.
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