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“Sem cadastro, sem verificação” – Maria Carola, CEO da StealthEX, fala sobre o compromisso com a descentralização e a conveniência para o usuário

PorBrian KoomeBrian Koome
Tempo de leitura: 5 minutos
Maria Carola, CEO da StealthEX

Com umtrontractrac tractractractrac tractrac, Maria Carola atua como CEO da StealthEX. Sua liderança impulsionou a exchange rapidamente ao sucesso; hoje, ela é reconhecida por sua confiabilidade por muitos que realizam transações com criptomoedas. 

Leia também: A Argentina está aprendendo sobre Bitcoin com El Salvador. 

Batemos um papo com Maria, que nos contou sobre sua trajetória até a liderança na StealthEX. Além disso, ela nos deu informações sobre as prioridades da plataforma em relação à facilidade de uso, descentralização, educação do usuário e seu foco na interoperabilidade entre blockchains, entre outros assuntos. 

Uma jornada de iniciante completo a líder

Maria Carola, CEO da StealthEX
Maria Carola, CEO da StealthEX

Curiosamente, a experiência profissional de Maria não tem nada a ver com blockchain — uma situação incomum entre profissionais estabelecidos no setor de criptomoedas. Seus primeiros meses foram difíceis, pois ela teve que navegar pelas complexidades de um campo totalmente novo com orientação mínima. Maria identificou uma fragilidade significativa no processo de integração e nas apresentações iniciais que muitas empresas de criptomoedas enfrentam.

Ela relembra as dificuldades iniciais: “Quando consegui meu primeiro emprego formal, a luta foi real — quando você chega aqui de mãos vazias e sem ninguém para te orientar, o processo de integração pode se tornar um inferno. A simples lembrança de como foi difícil me ensinou uma lição para a vida toda: uma integração completa é fundamental para um bom desempenho futuro.” 

Entre as primeiras decisões tomadas como CEO, Maria reformulou o processo de integração da empresa para que ninguém mais passasse pelas mesmas dificuldades que ela. Internamente, ela redesenhou o processo para oferecer aos recém-chegados uma orientação completa, repleta de atenção e suporte. Externamente, ela garantiu que a plataforma ofereça uma navegação clara e intuitiva, guiando os usuários passo a passo sobre o que fazer e como fazer, com o mínimo de sobrecarga de informações. Essa estratégia não apenas aprimora a experiência do usuário, como também cria um novo padrão para uma interação perfeita com corretoras de criptomoedas. 

Equilibrando a adoção em massa e os ideais de descentralização

Entre seus muitos textos perspicazes, Maria destacou em um deles como o aumento da participação institucional corre o risco de minar o princípio descentralizado das criptomoedas e expô-las aos riscos sistêmicos associados aos mercados tradicionais. Com a aprovação dos ETFs Bitcoin e Ether, esse assunto ganhou considerável atenção recentemente.

“Diversos eventos transformaram este campo, antes um experimento na criação de um sistema financeiro descentralizado, em algo relativamente convencional. O aspecto mais importante é o crescente número de pessoas que aderem anualmente. Não se trata mais apenas de desenvolvedores e entusiastas da privacidade; a adoção em massa, discutida há décadas, finalmente está acontecendo. É possível ouvir notícias sobre Bitcoin em rádios convencionais, vê-lo sendo discutido na TV (para aqueles que ainda assistem) e testemunhar o interesse de bancos e governos. Não era isso que queríamos?”

Os ETFs fazem parte desse movimento, é claro. Eles representam um desenvolvimento bastante ambíguo. Embora sejam bons para a adoção e ajudem a desmarginalizar as criptomoedas aos olhos dos principais players (principalmente instituições), também nos afastam ainda mais das ideias centrais da tecnologia blockchain e da descentralização. Precisamos nos lembrar do propósito original de tudo isso e fazer nossa escolha: podemos transformar as criptomoedas em apenas mais uma moeda fiduciária que segue as mesmas regras de todas as outras, ou podemos permanecer fiéis a nós mesmos”, afirmou Maria. 

Segundo ela, encontrar um equilíbrio entre acolher a participação em larga escala e honrar o princípio fundamental da autonomia das criptomoedas revela-se um desafio, mas ainda assim possível.  

“Devemos manter esses dois aspectos separados e apoiar ambos. É bom para o setor que ele seja descentralizado e apoiado por empresas e governos, mas isso não deve impedir que aqueles que desejam a presença do aspecto descentralizado usem criptomoedas”, disse ela. 

Tornar a plataforma o mais amigável possível para o usuário.

Nas palavras de Maria, muitas pessoas chegam à plataforma sem um conhecimento prévio profundo sobre como funcionam as criptomoedas, e eles ficam felizes em ajudá-las. Assim, desde a interface amigável do serviço até a equipe de suporte sempre disponível e as comunidades ativas no Twitter e Telegram, há sempre uma mão amiga para o usuário.

“Isso se aplica ao serviço, à comunicação e às informações que divulgamos. Em relação à nossa plataforma, nos esforçamos para torná-la o mais intuitiva possível. Não são necessárias ações complicadas; basta seguir alguns passos para realizar uma troca. Se tiver alguma dúvida, nossa equipe de suporte está online 24 horas por dia, 7 dias por semana, para atendê-la. Além disso, temos comunidades no Twitter e no Telegram, onde os membros da nossa equipe podem responder a perguntas relacionadas a exchanges, ativos, listagens, parcerias e muito mais. Portanto, se você tiver interesse, sinta-se à vontade para nos visitar e perguntar o que quiser”, ela incentivou. 

“Também temos um blog próprio e plataformas de publicação (como o Medium, por exemplo) para compartilhar nossos artigos, que vão desde tutoriais sobre exchanges até análises de preços e de mercado, além de avaliações dos melhores serviços. Essa é uma parte importante do nosso trabalho como membros da comunidade blockchain — precisamos compartilhar informações e ajudar outras pessoas a navegar por esse universo”, acrescentou Maria. 

Simplificando a integração entre cadeias para maior conveniência do usuário.

"Sem cadastro, sem verificação" – Maria Carola, CEO da StealthEX, fala sobre o compromisso com a descentralização e a conveniência para o usuário.
Interface de negociação StealthEX

Maria acredita que a interoperabilidade perfeita entre diferentes redes blockchain é essencial para o florescimento do ecossistema cripto. Embora esse tema venha sendo debatido há anos, ela observou que muitos sistemas blockchain ainda não se conectam bem. 

“O principal é simplificar as criptomoedas – já percorremos um longo caminho. As criptomoedas eram praticamente inutilizáveis ​​naquela época, mas agora, vários serviços estão disponíveis para qualquer dispositivo. Atualmente, estamos trabalhando na interoperabilidade entre as blockchains e em interfaces de usuário melhores e mais convenientes para os serviços”, observa ela. 

“Na StealthEX, oferecemos trocas entre blockchains fáceis e rápidas que não exigem pontes ou qualquer mecanismo complexo – fazemos isso para o usuário. Muitos dos nossos usuários recorrem à plataforma justamente por esse recurso. Oferecemos suporte a diversos ativos em diferentes blockchains (como ETH ou USDT, por exemplo), facilitando a troca entre redes em um único lugar. As trocas entre blockchains representam cerca de 30% das transações que processamos por mês, o que é um número significativo e defiuma tendência”, explica Maria. 

Ao ser questionada sobre os pares mais populares, Maria compartilhou que stablecoins e ETH são trocas comuns e transações entre diferentes blockchains dos mesmos ativos. Ela também mencionou quetroninteresse em criptomoedas classic como Bitcoin persiste. 

Além disso, um número substancial de usuários está negociando moedas focadas em privacidade, como XMR e ZEC. O CEO expressou preocupação com as recentes restrições a serviços e ativos voltados para a privacidade, reafirmando o compromisso da plataforma com a autocustódia e uma abordagem descentralizada.

“Com as recentes exclusões de criptomoedas das bolsas e a repressão geral às criptomoedas focadas em privacidade que temos presenciado, é lógico prever que as pessoas buscarão plataformas que ainda ofereçam suporte a esses ativos, e é aí que entramos em cena”, afirmou ela.  

O que vem a seguir para a StealthEX?

Maria Carola delineou os principais marcos e objetivos da StealthEX para os próximos cinco anos. Ela enfatizou o compromisso da empresa em fornecer um serviço descentralizado e sem custódia:

“Certamente, continuaremos fiéis às nossas ideias centrais: oferecer aos nossos usuários um serviço descentralizado e sem custódia. Sem cadastro, sem verificação. Isso é algo que não vai mudar. Quanto às mudanças que podemos prever e compartilhar agora, vamos reformular nossas ferramentas para parceiros, especialmente nossa API, nosso produto B2B mais querido, incorporar novos ativos (criptomoedas e moedas fiduciárias) e adicionar novos provedores de liquidez”, revelou ela. 

 


Reportagem de Brian Koome Cryptopolitan .

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