A prata está se recuperando após a queda acentuada de 9% na segunda-feira, a maior queda em um único dia em mais de cinco anos. O metal se recuperou para pouco menos de US$ 75 a onça na terça-feira, mantendo uma alta de quase 33% no mês, apesar do impacto.
A escassez global de oferta continua a sustentar os preços, mesmo com os investidores realizando lucros da forte alta deste ano.
O ouro também registrou leve alta na terça-feira, após sofrer sua maior queda em dois meses, com os investidores reagindo a sinais de sobrecompra e falta de liquidez.
Mas mesmo com a queda nos preços, ambos os metais ainda tracseustronganhos anuais desde 1979, impulsionados por um trio de cortes nas taxas de juros do Fed, grandes compras do banco central e entradas em ETFs.
Crédito mais barato torna ativos que não geram rendimento, como ouro e prata, maistrac, e esse fator favorável não desapareceu.
Na Ásia, as ações chinesas estão dando um show. O índice MSCI China subiu 28% este ano e está a tracde superar o S&P 500 pela maior margem desde 2017.
O que começou como uma pequena alta no setor de tecnologia se transformou em algo maior; mineradoras de ouro, farmacêuticas e ações de jogos estão em alta. Essa valorização reflete tendências globais como o hype em torno da inteligência artificial e o impulso das commodities, mas também destaca estratégias exclusivamente chinesas, como os incentivos à inovação.
Dito isso, nem tudo são flores. Os setores de serviços públicos e imobiliário ainda enfrentam dificuldades, um lembrete de que a crise habitacional e os riscos de deflação na China não desapareceram.
Enquanto isso, Bitcoinvolta a ser o centro das atenções. A taxa de financiamento atingiu seu nível mais alto desde 18 de outubro, de acordo com a CryptoQuant. Em outras palavras, as pessoas estão investindo pesado em posições compradas de Bitcoin no mercado futuro perpétuo.
Na segunda-feira, a criptomoeda pioneira flertou com os US$ 90.000 antes de recuar, ficando de fora da alta do mercado de ações durante o feriado. Mas, nos bastidores, os grandes compradores não estão diminuindo o ritmo.
A Strategy, de Michael Saylor, confirmou ter adquirido US$ 109 milhões em Bitcoin entre 22 e 28 de dezembro, somando-se aos US$ 2 bilhões já investidos neste mês.
Ao todo, a Strategy comprou mais de 220.000 Bitcoin em 2025, gastando cerca de US$ 59 bilhões. Seu custo médio agora está negativo, em torno de US$ 100.000 por moeda, um sinal da grande convicção da equipe de Saylor, mesmo diante da volatilidade.