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A prata se mantém acima de US$ 70 após uma rara queda de quase 9% em um único dia.

A prata se mantém acima de US$ 70 após uma rara queda de quase 9% em um único dia

  • A prata recuperou-se e voltou a ultrapassar os 70 dólares depois de ter caído quase 9% numa única sessão, a sua pior queda desde 2018, mas os investidores ainda preveem que o metal terminará o mês emtron, graças à oferta global restrita.
  • O ouro também voltou a apresentar valorização, após uma queda acentuada na segunda-feira, com o otimismo em relação ao corte de juros e as compras por parte dos bancos centrais mantendo o ímpeto positivo para ambos os metais no início do novo ano.
  • O mercado de ações da China está em franca expansão, com o índice MSCI China subindo 28% este ano, a caminho de superar o S&P 500, impulsionado por uma euforia tecnológica que agora atrai mineradoras, empresas farmacêuticas e de jogos.
  • Os investidores otimistas Bitcoin estão investindo pesado, com a taxa de financiamento no nível mais alto desde outubro, mostrando que os traders estão apostando forte em uma valorização das criptomoedas em 2026, apesar dos sinais macroeconômicos voláteis.
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Transmissão ao vivo

22:00Wall Street cai novamente devido à divisão do Fed e ao arrefecimento do setor de tecnologia

As ações americanas caíram pelo terceiro pregão consecutivo na terça-feira, com o S&P 500 fechando em queda de 0,14%, a 6.896,24 pontos. O Nasdaq Composite recuou 0,24%, para 23.419,08 pontos, e o Dow Jones caiu 94,87 pontos, ou 0,20%, encerrando o dia em 48.367,06 pontos.

A fraqueza do setor tecnológico continuou a afetar negativamente o mercado. A Nvidia registrou o segundo prejuízo consecutivo, assim como a Palantir Technologies, ambas importantes impulsionadoras do mercado de inteligência artificial. A Advanced Micro Devices também perdeu terreno.

Ainda assim, esses três nomes continuam entre os que mais valorizaram em 2025. A Nvidia subiu 39%, a Palantir disparou 139% e a AMD acumula alta de 78% no ano.

A pressão de terça-feira surgiu depois que o Fed divulgou a ata da reunião de dezembro, revelando uma divisão entre os membros. Os dirigentes estavam divididos quanto ao corte de 25 pontos-base na taxa de juros e houve debate sobre a agressividade dos cortes futuros.

11:04Europa atinge recorde com alta das ações de mineradoras, metais e defesa

As ações europeias dispararam para novas máximas na terça-feira, com o índice Stoxx 600 fechando em alta de 0,7%, a 592,78 pontos, marcando um novo recorde após ultrapassar a marca de 590 pontos no início do dia.

A mobilização foi ampla, mas os principais nomes vieram dos setores de mineração e defesa.

O FTSE 100 de Londres fechou em 9.940,71, alta de 0,75%. O CAC 40 da França atingiu 8.168,15 (+0,69%), o DAX da Alemanha encerrou em 24.490,41 (+0,57%) e o FTSE MIB da Itália saltou 1,14%, para 44.944,54. O IBEX 35 da Espanha também teve alta de 0,93%, fechando em 17.354,90.

As ações de mineradoras lideraram a alta, com a Fresnillo subindo 6% em Londres. Anglo American, Antofagasta e Glencore subiram cerca de 3% cada, surfando na onda da disparada dos preços dos metais.

A prata ainda se recupera do caos de segunda-feira, quando atingiu brevemente um recorde antes de despencar em sua maior queda diária desde 2021. A recuperação de hoje ajudou a impulsionar o sentimento em relação às ações do setor de materiais.

As ações do setor de defesa também recuperaram as perdas, com Renk e Rheinmetall subindo cerca de 2%, após terem sido afetadas na segunda-feira por sinais de progresso nas negociações de paz entre Trump e Zelenskyy sobre a Ucrânia.

Os investidores reduziram as apostas em setores de defesa no início da semana, mas na terça-feira elas voltaram a aumentar, à medida que as negociações se arrastavam sem que um acordo final fosse firmado.

10:32O preço do cobre volta a subir com a corrida dos investidores para antecipar as tarifas

O cobre está em alta. O metal subiu até 3%, atingindo US$ 12.594 por tonelada na terça-feira, estendendo sua sequência de ganhos para oito dias consecutivos, a mais longa desde 2017.

Após quase atingir US$ 13.000 na segunda-feira, o cobre esfriou um pouco, mas ainda acumula alta de mais de 40% neste ano, tornando 2025 seu melhor ano desde 2009.

Essa recuperação não é um mero acaso. Os investidores estão enviando metal em pânico para os EUA, tentando evitar possíveis tarifas de importação. Essa corrida está restringindo a oferta no resto do mundo, fazendo os preços dispararem.

Com todos se protegendo contra possíveis interrupções em 2026, o mercado está se transformando em um jogo de cadeiras musicais.

Entretanto, o dólar americano caiu cerca de 8% este ano, o que torna o cobre mais barato para compradores que não utilizam dólares, e isso só impulsionou ainda mais a alta.

Mas não são apenas as tarifas que estão causando a crise. Este ano tem sido um desastre para as mineradoras.dentatingiram operações na Indonésia, no Chile e na República Democrática do Congo, prejudicando a produção.

Some a isso a crise energética da China, que afeta duramente as fundições de alumínio, e a queda na produção de zinco, e você terá um mercado de metais repleto de armadilhas.

Em novembro passado, a equipe da Mercuria já havia alertado para exatamente isso. Eles disseram que 2026 poderia testemunhar uma escassez global extrema de cobre e, se esse ritmo se mantiver, esse aviso parece mais uma prévia.

09:13O yuan chinês ultrapassa a barreira dos 7, e Wall Street prevê mais ganhos pela frente

O yuan onshore acaba de ultrapassar a marca de 7 por dólar, atingindo 6,9900 na terça-feira, seu nível maistrondesde 2023. Isso pode não parecer muito, mas é um grande feito.

Este mercado é rigorosamente controlado, com uma taxa de referência diária e uma banda de negociação estrita de 2%, e esta medida sinaliza uma clara confiança das autoridades chinesas numa moedatronforte no caminho para 2026.

A alta ocorreu em um momento em que o dólar caiu ligeiramente e os exportadores chineses se apressaram em liquidar contratos cambiais de fim de ano, inundando o mercado com vendas de dólares.

Operadores dizem que bancos estatais intervieram e compraram dólares assim que o yuan ultrapassou a barreira, ajudando a estabilizar um pouco a situação. Mas a pressão vendedora foi forte.

Agora que o yuan offshore já ultrapassou a marca de 7 na semana passada, a valorização subsequente no mercado interno reforça a visão de que Pequim desistiu de resistir à apreciação, pelo menos por enquanto.

A última vez que o yuan onshore atingiu esse nível foi em 2023, e naquela época, os bancos estatais estavam ativamente lutando contra a alta. Desta vez não.

O Goldman Sachs prevê que o yuan chegará a 6,85 em 12 meses. O Bank of America é ainda mais otimista: 6,8 no próximo ano. Analistas afirmam que o otimismo em torno dos ativos chineses, especialmente com a recuperação das ações, aliviou a pressão sobre o banco central para defender o yuan.

Ainda assim, há nuances. Embora o yuan tenha se valorizado mais de 4% em relação ao dólar em 2025, na verdade, ele caiu 3,8% em termos ponderados pelo comércio, de acordo com o índice oficial da cesta de moedas.

Assim, em comparação com os demais parceiros comerciais da China, o yuan não está se valorizando tanto.

08:07Metais se recuperam, criptomoedas se agitam, China dispara em alta

A prata está se recuperando após a queda acentuada de 9% na segunda-feira, a maior queda em um único dia em mais de cinco anos. O metal se recuperou para pouco menos de US$ 75 a onça na terça-feira, mantendo uma alta de quase 33% no mês, apesar do impacto.

A escassez global de oferta continua a sustentar os preços, mesmo com os investidores realizando lucros da forte alta deste ano.

O ouro também registrou leve alta na terça-feira, após sofrer sua maior queda em dois meses, com os investidores reagindo a sinais de sobrecompra e falta de liquidez.

Mas mesmo com a queda nos preços, ambos os metais ainda tracseustronganhos anuais desde 1979, impulsionados por um trio de cortes nas taxas de juros do Fed, grandes compras do banco central e entradas em ETFs.

Crédito mais barato torna ativos que não geram rendimento, como ouro e prata, maistrac, e esse fator favorável não desapareceu.

Na Ásia, as ações chinesas estão dando um show. O índice MSCI China subiu 28% este ano e está a tracde superar o S&P 500 pela maior margem desde 2017.

O que começou como uma pequena alta no setor de tecnologia se transformou em algo maior; mineradoras de ouro, farmacêuticas e ações de jogos estão em alta. Essa valorização reflete tendências globais como o hype em torno da inteligência artificial e o impulso das commodities, mas também destaca estratégias exclusivamente chinesas, como os incentivos à inovação.

Dito isso, nem tudo são flores. Os setores de serviços públicos e imobiliário ainda enfrentam dificuldades, um lembrete de que a crise habitacional e os riscos de deflação na China não desapareceram.

Enquanto isso, Bitcoinvolta a ser o centro das atenções. A taxa de financiamento atingiu seu nível mais alto desde 18 de outubro, de acordo com a CryptoQuant. Em outras palavras, as pessoas estão investindo pesado em posições compradas de Bitcoin no mercado futuro perpétuo.

Na segunda-feira, a criptomoeda pioneira flertou com os US$ 90.000 antes de recuar, ficando de fora da alta do mercado de ações durante o feriado. Mas, nos bastidores, os grandes compradores não estão diminuindo o ritmo.

A Strategy, de Michael Saylor, confirmou ter adquirido US$ 109 milhões em Bitcoin entre 22 e 28 de dezembro, somando-se aos US$ 2 bilhões já investidos neste mês.

Ao todo, a Strategy comprou mais de 220.000 Bitcoin em 2025, gastando cerca de US$ 59 bilhões. Seu custo médio agora está negativo, em torno de US$ 100.000 por moeda, um sinal da grande convicção da equipe de Saylor, mesmo diante da volatilidade.

O que você precisa saber

Os investidores tiveram que se acalmar e realizar lucros, mas a prata ainda caminha para uma valorização mensal expressiva, com a oferta ainda restrita.

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