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A IBM afirma que a dependência dos EUA em relação ao fornecimento estrangeiro de chips representa um risco nacional

PorJai HamidJai Hamid
Tempo de leitura: 2 minutos
A IBM afirma que a dependência dos EUA em relação ao fornecimento estrangeiro de chips representa um risco nacional
  • Gary Cohn afirmou que os EUA precisam fabricar seu próprio suprimento de chips para evitar riscos nacionais.
  • A Nvidia investiu US$ 5 bilhões na Intel, tornando-se uma das principais acionistas e parceiras no design de chips.
  • O governo dos EUA investiu US$ 8,9 bilhões na Intel, ao mesmo tempo em que impulsionava a Lei CHIPS para apoiar a produção local.

Os Estados Unidos precisam parar de depender de outros países para a produção de chips, de acordo com o vice-presidente da IBM, Gary Cohn. Em entrevista ao programa Opening Bid, Cohn afirmou: “Os Estados Unidos, como sabemos, precisam se tornar um fabricante de chips. Não podemos dependerdent resto do mundo para a produção de chips.”

Ele atuou como diretor do Conselho Econômico Nacional durante a presidência de Trump e agora alerta que o futuro tecnológico do país está em perigo se continuar terceirizando a produção de chips.

O alerta de Cohn surge logo após a Nvidia anunciar um investimento de US$ 5 bilhões na Intel. Como parte do acordo, as duas empresas desenvolverão em conjunto chips para data centers e computadores pessoais. Esse investimento também torna a Nvidia uma das maiores acionistas da Intel.

A Intel vem perdendo terreno na indústria global de chips, e essa parceria pode ajudar a empresa a se recuperar. Mas também revela a fragilidade da cadeia de suprimentos de chips dos Estados Unidos. No momento, a Intel é a única empresa americana que fabrica chips de ponta. Só ela. Sem plano B.

Governo dos EUA investe na Intel enquanto gigantes da tecnologia fecham acordo global para chips de IA

No final de agosto, o governo dos EUA concordou em investir US$ 8,9 bilhões na Intel, obtendo em troca uma participação de 9,9%. Essa medida visava impulsionar a produção nacional de chips, especialmente porque o mercado global está se tornando mais competitivo.

Cohn considerou a parceria entre a Nvidia e a Intel "algo positivo", mas afirmou que o verdadeiro problema é muito maior: os Estados Unidos precisam construir sua própria infraestrutura de semicondutores e parar de depender de importações.

Ele mencionou o quanto o país sofreu durante a pandemia de COVID. "Entendemos que, sem a importação de chips para os Estados Unidos, nossa economia, nossa indústria manufatureira, entraria em colapso", disse ele.

Essa situação expôs uma fragilidade nacional. Agora, o governo federal está utilizando políticas como a Lei CHIPS, sancionada em 2022 durante o governodent Biden, para incentivar a instalação de mais fábricas de chips no país.

Mas Cohn deixou claro que o trabalho do governo não é escolher favoritos. "Para sermos capazes de nos defender, para sermos capazes de construir equipamentos militares, precisamos estar no ramo de fabricação de chips", disse ele.

Isso ocorre em um momento em que os EUA e o Reino Unido assinaram um acordo de US$ 42 bilhões chamado Tech Prosperity Deal, que deve impulsionar a demanda por chips de IA no Reino Unido. Microsoft, Google, Nvidia e OpenAI estão todas envolvidas.

Cohn também afirmou que o boom da IA ​​exigirá centros de dados gigantescos, a maioria dos quais ainda não existe. Ele prevê que estarão prontos em três a cinco anos. Ele está convencido de que a IA está apenas começando. Ferramentas como agentes de IA apenas "resolvem um problema específico de IA" hoje, mas isso mudará. A IBM está se preparando para esse próximo passo.

A empresa acredita que a IA se expandirá para algo muito maior, sistemas conectados, trabalhando em conjunto, impulsionados pela computação quântica. "Acredito que o futuro está se encaminhando para uma solução empresarial abrangente, onde todos esses programas de IA trabalharão juntos", afirmou.

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