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Os mercados globais operam lateralmente em meio a incertezas sobre a retomada da disputa entre EUA e China

Neste post:

  • Os mercados globais operaram com cautela depois que Donald Trump insinuou que as tensões comerciais com a China podem diminuir, revertendo parte da queda de US$ 2 trilhões ocorrida na sexta-feira.
  • Os principais índices asiáticos caíram, com Hong Kong, Seul e Sydney registrando perdas acentuadas, enquanto o Japão permaneceu fechado devido a um feriado.
  • As ações europeias subiram com a disparada dos metais, impulsionada por recordes históricos do ouro e da prata, e as montadoras registraram ganhos apesar das novas batalhas judiciais.

Os mercados globais abriram a semana com dificuldades para encontrar uma direção, enquanto as tensões comerciais entre Washington e Pequim voltam a abalar os investidores.

Na noite de domingo, o presidente dent Trump afirmou que as relações com a China "ficarão bem", amenizando as preocupações de que ele prosseguiria com o que chamou de "aumento maciço de tarifas", após ter chamado os chineses de mentirosos na sexta-feira. As ameaças anteriores de Trump haviam eliminado cerca de US$ 2 trilhões em valor de mercado global, após uma queda brutal e histórica em ações, moedas fiduciárias e criptomoedas.

Na sessão da noite de domingo, os futuros do Dow Jones Industrial Average subiram 358 pontos, ou 0,8%, enquanto os futuros do S&P 500 e do Nasdaq-100 subiram 1% e 1,2%, respectivamente.

Ao que tudo indica, o mercado financeiro de Wall Street está tratando cada palavra vinda da Casa Branca como um possível gatilho, e não se sabe ao certo se uma nova escalada na guerra comercial poderá ocorrer nos próximos dias.

Os mercados asiáticos e europeus apresentam movimentos desiguais à medida que crescem as tensões comerciais

Na Ásia, a situação estava longe de ser tranquila. O índice australiano S&P/ASX 200 caiu 0,84%, para 8.882,80, uma queda de 75,50 pontos, enquanto o Kospi da Coreia do Sul recuou 2,35% e o Kosdaq, de menor porte, despencou 2,24%.

Os futuros do índice Hang Seng de Hong Kong operavam em baixa, a 24.968 pontos, em comparação com o fechamento anterior de 26.290,32. O índice fechou posteriormente a 25.889,48 pontos, uma queda de 1,52%, representando uma perda de 400,84 pontos, enquanto o índice composto de Xangai recuou 0,19%, para 3.889,502 pontos, uma queda de 7,526 pontos.

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O mercado japonês permaneceu fechado devido ao feriado, proporcionando uma breve pausa na turbulência regional. O índice Nifty 50 da Índia caiu 0,23%, para 25.227,35, perdendo 58 pontos, e o Nikkei 225 já havia recuado 491,64 pontos, ou 1,01%, para 48.088,80 antes do fechamento.

Em toda a Europa, o tom foi mais estável. O índice Stoxx 600 subiu 0,5% no meio da manhã em Londres, impulsionado por uma recuperação de 1,9% no Índice de Materiais Básicos, que havia despencado 2,5% na sexta-feira. O FTSE 100 subiu 0,2%, o DAX da Alemanha e o CAC 40 da França ganharam 0,6% cada, e o FTSE MIB da Itália avançou 0,7%.

As ações do setor automotivo registraram compras moderadas, mesmo em meio a pressões legais. A Renault subiu 1,8%, a Stellantis avançou 3,9% e a Mercedes-Benz adicionou 1%, enquanto as empresas enfrentavam um processo na Alta Corte de Londres sobre o suposto uso de "dispositivos de manipulação" para fraudar os testes de emissões de diesel.

Os metais preciosos voltaram a apresentar forte valorização. O ouro à vista subiu 1,4%, para US$ 4.075,24 por onça, atingindo um novo recorde de US$ 4.179/oz, enquanto os contratos futuros de ouro nos EUA para dezembro avançaram 2,4%, para US$ 4.094,70.

A prata valorizou-se 1,5%, atingindo US$ 51,03/oz, alcançando um recorde histórico de US$ 51,70/oz em meio à oferta restrita e à demanda dos investidores. Analistas do Goldman Sachs projetaram uma continuidade da alta da prata no médio prazo, embora tenham alertado para a volatilidade no curto prazo.

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O Bank of America adotou uma postura mais ousada na segunda-feira, elevando sua previsão para o ouro em 2026 para US$ 5.000/oz e para a prata para US$ 65/oz, tornando-se o primeiro grande banco a prever tais patamares. A platina subiu 3,4%, para US$ 1.641,21, e o paládio avançou 2,6%, para US$ 1.441,97, completando um dia positivo para os metais.

Dólar se fortalece enquanto Bitcoin demonstra resiliência após queda acentuada

Os mercados de moedas fiduciárias permaneceram ativos. O índice do dólar americano subiu 0,2%, para 99,2, recuperando-se da queda da semana passada. O euro recuou 0,3%, para US$ 1,1584, ignorando a remodelação ministerial promovidadent presidente francês Emmanuel Macron, que manteve Roland Lescure como ministro das Finanças no novo gabinete de Sébastien Lecornu.

O iene japonês desvalorizou-se acentuadamente com a valorização do dólar em 0,8%, para 152,295, sinalizando uma renovada demanda por ativos americanos em meio ao aumento da volatilidade no mercado de ações.

No universo das criptomoedas, Bitcoin começou a se estabilizar após a queda brusca de sexta-feira, que o fez despencar de US$ 122.000 para US$ 102.000. Apesar da turbulência, os investidores de longo prazo pareceram imperturbáveis.

Os dados das corretoras mostraram que apenas 6.000 BTC, equivalentes a cerca de US$ 688 milhões, foram negociados nos últimos três dias, sugerindo que a maioria dos investidores não estava com pressa para vender. Esse fluxo limitado demonstrou contenção, mesmo com a volatilidade aumentando após a maior liquidação em um único dia na história das criptomoedas.

Analistas dizem que, se a pressão vendedora aumentar, Bitcoin poderá cair abaixo de US$ 112.500, potencialmente testando novamente os US$ 110.000, o que eliminaria as recentes esperanças de recuperação.

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