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A Europol relata que Bitcoin é a criptomoeda preferida dos criminosos virtuais

PorTina YordanovaTina Yordanova
Tempo de leitura: 2 minutos
A Europol relata que Bitcoin é a criptomoeda preferida dos criminosos virtuais

Em um relatório intitulado "Avaliação da Ameaça do Crime Organizado na Internet" (IOCTA, na sigla em inglês), a Europol concluiu que Bitcoin continua sendo o ativo preferido dos criminosos de criptomoedas.

O relatório apresenta uma análise detalhada dos crimes cibernéticos ocorridos no último ano. De acordo com dados da Europol, as atividades ilegais na Dark Web geraram mais de US$ 1 bilhão em valor. Uma grande porcentagem dessas transações foi concluída via Bitcoin.

Criminosos cibernéticos e de criptografia

A Dark Web é uma parte notoriamente criminosa da Internet e um local frequentemente escolhido por cibercriminosos e criptocriminosos. 

Desde a ascensão do Bitcoin como a criptomoeda mais popular do mercado, os cibercriminosos começaram a adotá-lo como meio de pagamento. Consequentemente, hoje em dia, muitos cibercriminosos também podem ser considerados criptocriminosos. 

Embora Bitcoin continue sendo o recurso mais popular usado na Dark Web nos últimos meses, os cibercriminosos começaram a explorar outras opções.

Tokens focados em privacidade, como Monero ou Zcash começaram a atrair tracde cibercriminosos. Por exemplo, o Monero é usado não apenas como meio de pagamento, mas também para mineração ilegal e oculta de criptomoedas.

relatório da Europol

O relatório IOCTA da Europol deste ano indica que, mais uma vez, os cibercriminosos estão interessados ​​principalmente em adquirir e comercializar dados.

Informações pessoais continuam sendo o ativo mais valioso para criminosos que atuam na Dark Web. Diante disso, extorsão e pedidos de resgate permanecem os crimes mais comuns no ambiente online. 

No relatório, a Europol conclui que a tarefa atribuída às autoridades está se tornando cada vez mais difícil, à medida que a tecnologia avança. As criptomoedas e a criptografia blockchain desempenham um papel nesse contexto, pois impedem que os investigadores acessem informações vitais para o andamento de seu trabalho.

Em conclusão, o relatório da IOCTA afirma que o cibercrime deve ser abordado de forma abrangente, incorporando medidas em todas as áreas de atividade ilegal.

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