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A Coinbase enfrentou problemas técnicos em meio à queda das criptomoedas

PorCarisbel GuaramatoCarisbel Guaramato
Tempo de leitura: 2 minutos
Austin Distel oGeqpxPQ unsplash

Resumo resumido

• A Coinbase está entre os assuntos mais comentados no Twitter devido às falhas em seu sistema.
• A China causa a maior queda de criptomoedas de 2021.

O site oficial da Coinbase saiu do ar na quarta-feira, em meio à queda das principais criptomoedas no mercado. O sistema da corretora apresentou graves problemas técnicos, e seus usuários não hesitaram em relatá-los. As ações da Coinbase Global caíram 5,2%, resultando em uma perda de US$ 226,49.

Usuários relataram que o site apresentava falhas no Coinbase Pro e em sua plataforma de câmbio oficial. A Coinbase concordou em tentar corrigir o problema para não afetar a experiência de seus usuários.

A queda Bitcoin afeta a Coinbase

A queda da Coinbase ocorre após o anúncio das medidas da China contra investimentos em criptomoedas. Essa notícia veio depois que a empresa anunciou que possuía US$ 1,25 bilhão em títulos convertidos a uma taxa de 0,5% com vencimento em 2026.

Usuários da corretora de criptomoedas expressaram seu descontentamento por meio de redes sociais como o Twitter. A hashtag #cryptotrading está entre os assuntos mais comentados desde as primeiras horas da quarta-feira. Um usuário do Twitter afirmou que a corretora entra em colapso sempre que há uma queda significativa no preço das criptomoedas mais populares.

 Essa queda impede que investidores Bitcoin ou Ethereum retirem seus tokens para evitar perdas ainda maiores. O descontentamento está se espalhando porque, recentemente, Bitcoin perdeu 54% do seu valor. A criptomoeda despencou depois que o Banco Popular da China alertou as instituições financeiras sobre os riscos de seu uso.

As medidas da China afetam a Coinbase

O Banco da China observa que as instituições financeiras do país não podem fixar preços em criptomoedas. Essas autoridades estão proibidas de emitir tokens que contribuam para a economia chinesa.

Segundo a Reuters, os alertas da China não afetam diretamente a corretora, mas sim as empresas que trabalham com criptomoedas. As corretoras de criptomoedas são proibidas na República Popular da China, o que afeta indiretamente a Coinbase.

Em uma publicação no WeChat, o Banco Popular da China esclarece que as criptomoedas não devem ser usadas nos mercados financeiros. O banco também sugere que as moedas digitais não fazem parte da economia real, como o dólar, porque não são moedas palpáveis.

No entanto, o Banco Popular da China (PBOC) vem desenvolvendo seu próprio sistema de moeda digital, que contará com o apoio do governo. Essas criptomoedas serão chamadas de DCEP, ou sistema de pagamentotronem moeda digital, por alguns meses. O governo pretende usar o DCEP para substituir as notas e moedas normalmente utilizadas na economia.

Com relação à oferta do sistema de câmbio de criptomoedas, as notas serão enviadas a compradores institucionais. Esses investidores terão a opção de adquirir mais US$ 187 bilhões em notas, caso a demanda justifique o fornecimento.

A empresa de São Francisco espera faturar cerca de US$ 1,22 bilhão após o orçamento da oferta. Essa empresa também poderia faturar US$ 1,44 bilhão se os investidores exercerem a opção integralmente.

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Carisbel Guaramato

Carisbel Guaramato

Carisbel é uma ávida criadora de conteúdo há mais de 4 anos, dedicando seu tempo a blogs e notícias de tecnologia. Ela aprimorou suas habilidades como comunicadora social e agora busca eventos de notícias sobre criptomoedas e blockchain em todo o mundo para transmiti-los de forma neutra e perspicaz no Cryptopolitan.

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