O Banco Central da Nigéria aprova o lançamento da stablecoin cNGN no país
- A stablecoin cNGN será lançada em 27 de fevereiro, preenchendo a lacuna entre o dinheiro fiduciário e o digital.
- O Banco Central da Nigéria (CBN) suspende as restrições às transações com criptomoedas e promove a tecnologia blockchain.
- A cNGN possibilita transferências internacionais acessíveis, capacitando os nigerianos no exterior.
O Banco Central da Nigéria (CBN) deu sinal verde ao Consórcio Africano de Stablecoins (ASC) para lançar a stablecoin cNGN, com estreia prevista para 27 de fevereiro de 2024. O ASC, uma iniciativa colaborativa que envolve nigerianos e operadoras fintech, garantiu a conformidade com os requisitos e padrões regulatórios estabelecidos pelo CBN, pela Comissão de Valores Mobiliários da Nigéria (SEC) e pela Unidade de Inteligência Financeira da Nigéria (NFIU).
A stablecoin cNGN obtém aprovação regulatória
O Consórcio Africano de Stablecoins (ASC) recebeu aprovação do Banco Central da Nigéria (CBN) para introduzir a stablecoin cNGN no ambiente regulatório experimental do país. Essa conquista histórica abre caminho para o lançamento da stablecoin em 27 de fevereiro de 2024.
O ASC, um consórcio composto por bancos nigerianos e empresas fintech, tem cumprido diligentemente os critérios e padrões regulatórios estabelecidos pelo Banco Central da Nigéria (CBN), pela Comissão de Valores Mobiliários da Nigéria (SEC) e pela Unidade de Inteligência Financeira da Nigéria (NFIU).
Essa colaboração entre instituições financeiras e empresas de tecnologia tem como principal objetivo garantir a conformidade, proteger os interesses do consumidor e manter a transparência durante todo o desenvolvimento e implementação da stablecoin.
Essa aprovação regulatória reforça o compromisso da ASC em trabalhar em estreita colaboração com as autoridades competentes para garantir a estabilidade e a legitimidade da stablecoin cNGN.
A stablecoin cNGN da Nigéria aprimora o eNaira com interoperabilidade global.
A stablecoin cNGN foi projetada para operar em conjunto com a eNaira da Nigéria, complementando a moeda digital do banco central, e não como um substituto. Ao contrário da eNaira, que o Banco Central da Nigéria (CBN) desenvolveu com uma ampla gama de funcionalidades, o Consórcio Africano de Stablecoins supervisiona a cNGN.
Esta stablecoin é atualmente interoperável com blockchains estratégicas como Bantu e BNB Smart Chain, com planos de expansão da compatibilidade para todas as principais redes blockchain em um futuro próximo.
Uma das principais características da cNGN é sua paridade de 1:1 com a naira nigeriana, a moeda fiduciária do país. A estabilidade da cNGN é ainda reforçada por seu lastro em reservas de naira mantidas em bancos comerciais designados. Essa stablecoin inovadora está posicionada para preencher a lacuna entre a naira nigeriana e as moedas digitais no mercado global, aproveitando o poder da tecnologia blockchain.
Capacitar os nigerianos no exterior e reduzir os custos de transação
A stablecoin cNGN visa facilitar transações internacionais mais ágeis e econômicas para nigerianos residentes no exterior. Ela permite que eles enviem dinheiro para suas famílias na Nigéria sem enfrentar as demoras associadas aos processos tradicionais de remessa.
Além disso, o cNGN elimina as taxas elevadas normalmente associadas a transações internacionais, oferecendo uma alternativa mais acessível e eficiente para a transferência global de fundos.
Diferenciando-se da eNaira, que é uma moeda digital emitida por um banco central, a stablecoin cNGN opera em blockchains públicas. Entre elas, estão Bantu, Polygon, Ethereum, BNB Smart Chain e Tron, proporcionando um nível de abertura e interoperabilidade característico de stablecoins já consolidadas.
Essa escolha de design permite que o cNGN se integre perfeitamente a várias blockchains públicas, facilitando transferências globais e expandindo sua usabilidade internacionalmente.
A adoção da tecnologia blockchain pelo Banco Central da Nigéria
O Banco Central da Nigéria está empenhado em fomentar a inovação e a tecnologia no setor financeiro. Em um comunicado enviado aos bancos em 22 de dezembro, o Banco Central reconheceu a crescente demanda global e a adoção de criptomoedas.
Como resultado, foram suspensas as restrições anteriores que impediam os bancos nigerianos de facilitar transações com criptomoedas. Essa medida sinaliza o desejo do Banco Central da Nigéria (CBN) de incentivar e apoiar a integração da tecnologia blockchain ao sistema financeiro do país.
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Brian Koome
Brian Koome tem mais de sete anos de experiência em reportagens sobre blockchain e criptomoedas, atuando no setor desde 2017. Ele contribuiu para publicações de destaque, incluindo o BlockToday.com. Além disso, desenvolveu o curso Ethereum 101 para o BitDegree.org antes de se juntar ao Cryptopolitan como redator em tempo integral. Brian escreve guias permanentes (EGs), análises aprofundadas, entrevistas e análises de preços. Seu foco em DeFi, inovação em blockchain e projetos cripto emergentes encanta os leitores.
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