Bitcoin tem uma relação complexa com os homens mais poderosos de Wall Street

- Bitcoin atingiu a marca de US$ 100.000 pela primeira vez, dividindo opiniões em Wall Street, com alguns considerando-o sem valor e outros investindo nos lucros.
- Jamie Dimon ainda acha que Bitcoin é inútil, mas o JPMorgan negocia ETFs Bitcoin mesmo assim.
- Larry Fink passou de chamar Bitcoin de ferramenta de lavagem de dinheiro a administrar o maior fundo Bitcoin do mundo.
Bitcoin, que enfrentou fortes críticas dos figurões de Wall Street durante seus primeiros anos, tornou-se uma potência de US$ 2 trilhões, ultrapassando a marca de US$ 103.000 pela primeira vez após 15 anos de caos.
É uma história de amor e ódio entre os figurões de Wall Street — alguns acham que é uma bolha, enquanto outros veem como ouro digital. E, de alguma forma, apesar de todo o ceticismo, está aqui, preparando o terreno para um embate entre a velha guarda das finanças e os disruptores digitais.
A maior criptomoeda do mundo está surfando na onda dos sonhos de uma era Trump 2.0 favorável às criptomoedas. Seu retorno ao poder trouxe esperanças de um renascimento digital, impulsionando todo o mercado de criptomoedas rumo a uma avaliação de US$ 4 trilhões.
Agora, com as empresas de criptomoedas nadando em cash, alguns dos nomes mais notórios de Wall Street estão, a contragosto, entrando no jogo. Outros? Continuam atirando pedras à margem.
Jamie Dimon
Jamie Dimon, o presidente do JPMorgan Chase, não mede palavras quando o assunto é Bitcoin. Em 2017, ele o chamou de "fraude" e chegou a ameaçar demitir funcionários que negociassem a criptomoeda.
Em audiências no Congresso, ele reiterou sua posição, classificando os tokens criptográficos como "esquemas Ponzi descentralizados" e pedindo uma repressão governamental.
Mas eis a questão: enquanto Jamie critica o BitcoinBitcoinBitcoin BitcoinBitcoinBitcoinBitcoin BitcoinBitcoin ETFs e explora a tecnologia blockchain como uma criança que se esgueira para o pote de doces.
Blockchain é ótimo, mas Bitcoin? "Uma pedra de estimação inútil", disse Jamie recentemente. Essa é a versão dele, e ele não muda de ideia. Hipocrisia? Talvez. Mas ele não está sozinho nessa história de duplo sentido.
Larry Fink
Larry Fink, o chefão da BlackRock, adotou uma postura intransigente contra Bitcoin em seus primórdios. Em 2017, ele o chamou de "um índice de lavagem de dinheiro" e afirmou que seus clientes não tinham interesse nele.
Avançando no tempo, hoje a BlackRock administra o maior fundo Bitcoin do mundo. É curioso como as coisas mudam quando há dinheiro a ser ganho.
Larry reconhece o valor do Bitcoincomo proteção contra o caos político e a desvalorização da moeda. Ele mudou de opinião, agora defendendo Bitcoin como não correlacionado com ativos tradicionais e que merece ser seriamente considerado pelos investidores.
A mudança estratégica da BlackRock é uma das decisões mais históricas já tomadas no setor financeiro. Seu ETF (fundo negociado em bolsa) Bitcoin à vista tem sido seu produto de investimento mais lucrativo de todos os tempos.
Ken Griffin
Enquanto isso, Ken Griffin, da Citadel, certa vez ridicularizou Bitcoin como o equivalente financeiro da mania das tulipas. Em 2021, ele chegou a dizer que a febre das criptomoedas era um "chamado jihadista" contra o dólar.
Mas a opinião de Griffin mudou. "Quem me dera ter comprado quando estava barato", disse ele recentemente, refletindo sobre a ascensão meteórica do Bitcoin. Ele admite que sua rejeição anterior foi um erro, embora ainda não esteja totalmente convencido.
O otimismo cauteloso de Griffin demonstra como o sucesso do Bitcoinforça até mesmo seus críticos a repensarem suas posições. Ele pode não ser fã Bitcoin, mas respeita seu poder atual. Quem não o respeitaria? É simplesmente inegável.
Warren Buffett
O Oráculo de Omaha não tem nenhuma simpatia pelo Bitcoin. Warren Buffett o chamou de "veneno para ratos ao quadrado" em 2018 e manteve essa opinião. Na época, ele disse que não pagaria US$ 25 por todos os Bitcoin do mundo.
Enquanto outros magnatas de Wall Street suavizam suas posições, Warren mantém as mãos firmemente nos bolsos. Mesmo quando Bitcoin atingiu a marca de US$ 100.000, ele não se impressionou.
Em 2023, ele chamou isso de sintoma do problema de jogos de azar nos Estados Unidos. Para o lendário investidor, BitcoinBitcoinBitcoin BitcoinBitcoinBitcoinBitcoin BitcoinBitcoincuidadosamente escrita carta aberta para ele.
Ray Dalio: Bitcoin é ouro, mas com um alvo nas costas
Ray Dalio, da Bridgewater, começou como cético, mas sua trajetória tomou um rumo diferente. Ele chegou a descartar Bitcoin como uma "bolha especulativa", mas em 2021, passou a chamá-lo de "uma invenção incrível". Dalio agora vê Bitcoin como uma alternativa ao ouro, com todo o potencial — e todos os riscos — que isso acarreta.
Dalio possui Bitcoin e Ether, mas se mostra cauteloso quanto à intervenção governamental. "Se Bitcoin fizer muito sucesso, os governos vão acabar com ele", alertou.
O fator Trump e o FOMO institucional
Os investidores estão investindo pesado em ETFs Bitcoin , e empresas como a MicroStrategy estão dobrando a aposta. Seu plano de comprar US$ 42 bilhões em Bitcoin nos próximos três anos é particularmente ousado, mesmo para os padrões do mercado de criptomoedas.
Essa FOMO (medo de ficar de fora) institucional é real. Fundos de hedge como Millennium e Capula estão entrando na jogada, impulsionados pela demanda por exposição regulamentada a criptomoedas.
Geoff Kendrick, do Standard Chartered, afirmou que o mais recente marco do Bitcoiné um sinal da maturidade do setor. "Isso não é mais apenas especulação", disse ele.
Entretanto, Tom Lee afirmou: “Bitcoin pode chegar a US$ 250.000… A demanda está aumentando devido à alta dos ETFs negociados à vista Bitcoin… a queda das taxas de juros geralmente beneficia ativos de maior risco.”
Na semana passada, o analista Gil Luria disse, de forma memorável: "Atribuímos uma probabilidade de 1 a 2% [deBitcoin substituir o dólar americano], o que é suficiente para justificar a atual avaliação do ativo."
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