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A alta das ações asiáticas perdeu força rapidamente, assim como o dólar americano, após os acordos comerciais de Trump

PorJai HamidJai Hamid
Tempo de leitura: 3 minutos
A alta das ações asiáticas perdeu força rapidamente, assim como o dólar americano, após os acordos comerciais de Trump
  • As ações asiáticas caíram na terça-feira, já que o acordo comercial de Trump não convenceu os investidores.
  • Os Estados Unidos e a China concordaram com reduções tarifárias temporárias, mas os mercados permaneceram cautelosos.
  • Os investidores estão agora focados nos próximos dados de inflação dos EUA e nas possíveis medidas do Fed.

Os mercados asiáticos despencaram na terça-feira tão rapidamente quanto haviam subido na segunda-feira. Investidores de toda a região abandonaram os ganhos iniciais após o surgimento de novos temores sobre as decisões comerciais dodent Donald Trump.

Segundo a Reuters, a recuperação iniciada após a trégua de 90 dias entre os EUA e a China não se sustentou. A alta de Wall Street na segunda-feira não se manteve. Os futuros europeus apontavam para baixa.

As ações chinesas permaneceram estáveis. Os futuros do S&P 500 e do Nasdaq caíram durante a sessão asiática. A pausa temporária de Trump no aumento das tarifas não foi suficiente para convencer os mercados de que algo permanente estivesse em discussão.

A Ásia adota uma postura cautelosa apesar das reduções tarifárias

O índice MSCI Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 0,2%, logo após atingir a máxima em seis meses no início daquela mesma manhã. A Fitch Ratings divulgou os números. A taxa efetiva de tarifas dos EUA caiu para 13,1% após o anúncio — ante 22,8% antes —, mas ainda é muito superior à média de 2,3% observada no final de 2024 e a mais alta desde 1941.

O mercado já estava tenso depois que Trump lançou sua campanha de tarifas no início de abril. Desde então, os investidores têm retirado dinheiro de ativos americanos e migrado para ativos considerados seguros, como o iene, o franco suíço e o ouro.

Os novos termos de Trump reduzem as tarifas sobre produtos chineses de 145% para 30%, e a China concordou em reduzir as tarifas sobre as importações americanas de 125% para 10%. Isso soou como um progresso no papel, mas não teve impacto nos mercados. A sensação era de que se tratava de uma pausa tática, não de uma resolução.

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,67%, reagindo claramente à baixa confiança. Já no Japão, o Nikkei subiu mais de 2%, atingindo seu nível mais alto desde 25 de fevereiro. Mas nem mesmo esse pico foi suficiente para convencer as pessoas de que a situação estava melhorando.

Após pausa nas negociações, os investidores voltam sua atenção para a inflação

Os investidores agora aguardam para ver o que realmente acontecerá quando a pausa de 90 dias nas negociações comerciais expirar. Mas, mesmo antes disso, as atenções estão voltadas para os números da inflação dos EUA, esperados para esta terça-feira. Esses dados podem influenciar os próximos passos da política monetária do Federal Reserve.

Matt Simpson, analista sênior de mercado da City Index, explicou o raciocínio. "Caso tenhamos mais um conjunto de dados fracos do IPC, isso poderia permitir que os investidores se concentrassem novamente na política do Fed e no potencial de cortes, freando um pouco a recuperação do dólar", disse.

Neste momento, os investidores reduziram as suas expectativas de cortes nas taxas de juro. No auge do pânico comercial em abril, apostavam em cortes superiores a 100 pontos base. Agora, essa previsão caiu para apenas 56 pontos base para o resto do ano.

Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA confirmaram essa tendência. O rendimento dos títulos de 2 anos atingiu 3,9873% e o dos títulos de 10 anos estava em 4,4512%, ambos próximos das máximas de um mês durante o início do pregão de terça-feira. Isso indica que as pessoas não estão investindo em títulos com a mesma intensidade do mês passado.

No mercado de criptomoedas, bitcoin manteve-se estável em US$ 102.676, acima do patamar de US$ 100.000 que ultrapassou na semana passada. Não houve grandes oscilações nesse segmento, apesar da fraqueza generalizada do mercado. Os investidores não estavam utilizando bitcoin como ativo de refúgio na terça-feira.

No mercado de commodities, os preços do petróleo caíram ligeiramente após atingirem a máxima em duas semanas na segunda-feira, dia em que o acordo comercial foi anunciado. Já o ouro recuperou um pouco após uma queda de 2% no dia anterior. Investidores que haviam se desfeito brevemente de ativos considerados seguros voltaram a investir, à medida que a confiança no acordo comercial se desfez.

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