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Gigantes corporativos argentinos adicionam 1300 Bitcoinaos seus portfólios – O próximo El Salvador?

PorFlorença MuchaiFlorença Muchai
Tempo de leitura: 3 minutos
Bitcoin, Argentina
  • As principais empresas da Argentina, Bitfarms, Mercado Libre e Globant, detêm juntas 1.300 BTC, o que sinaliza uma crescente adoção de criptomoedas.
  • O Mercado Livre expande sua oferta de criptomoedas com o Meli Dolar, enquanto a Bitfarms diversifica suas atividades para os setores de energia e computação.
  • A Argentina colabora com El Salvador na regulamentação de criptomoedas, compartilhando ideias sobre como fomentar indústrias de ativos digitais regulamentadas.

Segundo relatos recentes, as principais empresas da Argentina detêm coletivamente 1.300 Bitcoinem seus portfólios. A nação sul-americana tornou-se um ator em ascensão na economia global Bitcoin desde que Javier Milei assumiu adent.

Agora, analistas preveem que o país poderá seguir os passos de El Salvador e apostar tudo na adoção de criptomoedas este ano.

Bitfarms, Mercado Libre e Globant são o trio de empresas argentinas que lideram a atividade do mercado de Bitcoin na Argentina. 

As maiores instituições detentoras de criptomoedas da Argentina

A Bitfarms é a maior detentora, com 870 BTC. Fundada em 2017, a Bitfarms é uma empresa global de mineração Bitcoin que opera 12 centros de dados no Canadá, Estados Unidos, Paraguai e Argentina. 

As mudanças que implementamos nos últimos seis meses lançaram as bases para um futuro melhorafirmou Ben Gagnon, CEO da Bitfarms, em um evento recente. Ele também falou sobre a transição da empresa, de uma mineradora internacional Bitcoin para uma empresa norte-americana de energia e computação. 

Entramos em 2025 comotrone diversificada, com enormes oportunidades”, acrescentou Gagnon.

O Mercado Livre, um dos maiores gigantes do comércio eletrônico na América Latina, ocupa o segundo lugar com 412 Bitcoinsob sua custódia. No entanto, Richard Cathcart, diretor de investimentos da empresa, esclareceu em maio de 2024 que esses fundos pertencem aos usuários de suas carteiras de criptomoedas. Ele afirmou que a empresa não possui nenhum BTC.

A empresa tem sido uma participante ativa no mercado de criptomoedas da região. Ela lançou sua stablecoin, Meli Dolar, no terceiro trimestre de 2024. 

Lançada inicialmente no Brasil, a stablecoin teve seu alcance estendido ao México em setembro. O fundador e CEO, Marcos Galperin, tem defendido consistentemente o Bitcoin, chamando a criptomoeda de "o futuro das finanças pessoais"

Completando a lista está a Globant, uma empresa de TI e engenharia de software que detém 15 BTC em reservas. Embora suas participações sejam modestas em comparação com seus concorrentes, o CEO da empresa, Martin Migoya, apoia presidentedent Milei sobre criptomoedas.

Colaboração com El Salvador na adoção de criptomoedas

No ano passado, altos funcionários da Comissão Nacional de Valores Mobiliários (CNV) da Argentina se reuniram com representantes da Comissão Nacional de Ativos Digitais (CNAD) de El Salvador. 

As conversas se concentraram na troca de experiências e marcos regulatórios relacionados ao Bitcoin e à adoção mais ampla das criptomoedas.

Roberto E. Silva,dent da CNV, elogiou a liderança de El Salvador no setor de criptomoedas. Silva observou que a experiência do país em regulamentação de criptomoedas tem um valor significativo para a Argentina, em um momento em que o país explora a expansão de suas próprias iniciativas nesse setor.

El Salvador emergiu como um dos países líderes, não apenas no uso do Bitcoin , mas também na criação de uma estrutura regulatória robusta por meio da Comissão Nacional de Ativos Digitais”, disse ele. 

Juan Carlos Reyes, chefe da CNAD de El Salvador, explicou que as nações compartilharão dicas sobre como apoiar setores de criptomoedas bem regulamentados globalmente e expandir o alcance de empresas regulamentadas. 

Nesse sentido, Reyes elogiou a abordagem inovadora da Argentina e a alta taxa de adoção de criptomoedas, citando esses fatores como principais motivadores para a colaboração.

Embora os detalhes do acordo permaneçam confidenciais, Reyes descreveu a parceria como uma base para uma maior cooperação regional. "Esta colaboração visa fomentar a troca de conhecimento e promover a inovação no setor de ativos digitais", explicou.

El Salvador, liderado pelo presidentedent Bukele em 2021, introduziu Bitcoin como moeda corrente ao lado do dólar americano e lançou a carteira digital Chivo, apoiada pelo governo. 

No entanto, o governo de El Salvador anunciou que poderia vender ou encerrar a carteira digital, conforme a recomendação do Fundo Monetário Internacional (FMI).

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Florença Muchai

Florença Muchai

Florence tem se dedicado à cobertura de notícias sobre criptomoedas, jogos, tecnologia e inteligência artificial nos últimos 6 anos. Seus estudos em Ciência da Computação pela Universidade de Ciência e Tecnologia de Meru e em Gestão de Desastres e Diplomacia Internacional pela MMUST (Universidade de Ciência e Tecnologia de Meru) lhe proporcionaram ampla experiência em idiomas, observação e habilidades técnicas. Florence trabalhou no VAP Group e como editora para diversos veículos de mídia especializados em criptomoedas.

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