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Mais um 'reiBitcoin ' é preso no Brasil após roubo de 7.000 BTC.

Neste post:

Resumo resumido

  • Rei Bitcoin e golpista de criptomoedas é preso no Brasil
  • Como as autoridades dos EUA e do Brasil desmantelaram grupos semelhantes de criminosos de criptomoedas em 2020

As autoridades brasileiras prenderam Claudio Oliveira, mais conhecido como "O Rei Bitcoin ", após ele ter roubado cerca de 7.000 Bitcoin. Ele está sendo acusado de fraude e lavagem de dinheiro.

As autoridades brasileiras afirmaram em um comunicado à imprensa que o Bitcoin , como é carinhosamente chamado, dirigia uma empresa que prometia altos retornos para clientes que investissem seus Bitcoin com ela. Após cerca de três anos de investigação, descobriu-se que ele havia lesado milhares de clientes em pelo menos US$ 250 milhões.

Sua identidade foi revelada em 2019, quando 7.000 Bitcoin desapareceram sob sua responsabilidade. Isso levou à abertura de uma investigação sobre suas atividades. A empresa também solicitou uma ordem judicial de recuperação de ativos – uma manobra financeira para evitar a falência.
Enquanto isso, a empresa não interrompeu a prestação de seus serviços aos clientes e não conseguiu defi o motivo do desaparecimento dos ativos. Além disso, a corretora lançou uma versão atualizada de sua plataforma e afirmou que os tokens desaparecidos estavam lá.

Uma equipe de elite composta por 90 policiais federais foi formada para investigar o Rei Bitcoin sob o nome de "Operação Daemon"

Veja também:  Coreia do Sul reforça vigilância em criptomoedas para combater escândalos

A equipe detectou o esquema de fraude do Grupo Branco e concluiu que Bitcoin Kong estava desviando as moedas para suas carteiras pessoais.

Assim como no caso do "Rei Bitcoin , os EUA desmantelam esquema de pirâmide no Brasil

Embora isso tenha acontecido em 2020, as autoridades americanas, em colaboração com autoridades brasileiras, desmantelaram um grande esquema de pirâmide, apreendendo mais de US$ 25 milhões em criptomoedas pertencentes a criminosos.

A operação, então denominada "Operação Egito", teve como objetivo desmantelar um golpe de mais de 200 milhões de dólares que ganhou grande popularidade entre os brasileiros. O golpe lesou milhares de pessoas desde seu início, em 2017.

Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, Marco Antonio Fagundes – um dos mentores de toda a operação – não cumpriu as normas brasileiras como prestador de serviços financeiros.

Quando Fagundes foi preso, itens de luxo como Ferraris, Porsches e BMWs foram apreendidos, além de suas criptomoedas.

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