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Órgão regulador dos EUA propõe proteçõestroncontra fraudes em pagamentos com criptomoedas e maior vigilância

PorNélio IreneNélio Irene
Tempo de leitura: 2 minutos
  • Órgãos reguladores dos EUA apresentaram duas propostas para proteger os usuários que fazem pagamentos digitais contra a coleta de dados.
  • É provável que a liderança do CFPB mude com a posse de Trump.
  • Incertezas comprometem o futuro da proposta.

O Departamento de Proteção Financeira do Consumidor está tentando proteger os clientes contra fraudes em pagamentos com criptomoedas e vigilância excessiva. Na sexta-feira, o departamento divulgou duas propostas para participação e envio de feedback do público.

Uma propostabusca maneiras de prevenir a coleta intrusiva de dados quando os clientes fazem pagamentos digitais em grandes plataformas de tecnologia. A segunda propõe o fortalecimento das leis de proteção ao consumidor contra fraudes, abrangendo também aqueles que fazem pagamentos digitais por meio de jogos e outras criptomoedas.

O diretor do CFPB, Rohit Chopra, afirmou em comunicado.

Quando as pessoas pagam as despesas familiares usando novas formas de pagamento digital, elas precisam terdent de que suas transações não serão afetadas por vigilância prejudicial ou erros.

~Rohit Chopra

A transição de liderança de Trump gera incertezas sobre as propostas do CFPB 

Não está claro como as propostas terminarão, já que a atual liderança pode mudar após a posse de Trump em 20 de janeiro. Há especulações sobre a substituição de Chopra por Trump, mas nenhum nome específico para o cargo foi apresentado. Trump tem se mostrado favorávelBitcoin , sugerindo que deseja transformar os EUA na capital mundial das criptomoedas. Ele está mais ansioso para impulsionar o ambiente cripto do que a administração de Joe Biden.

Segundo o CFPB, a proposta de privacidade de pagamentos digitais para o consumidor surgiu após uma pesquisa que revelou que alguns mecanismos de pagamento coletam mais dados irrelevantes para as transações.

Segundo o CFPB, esses dados poderiam ser usados ​​para permitir que as empresas de pagamento facilitem a precificação personalizada, em que o preço é baseado em fatores específicos de cada consumidor. O prazo para comentários públicos é 11 de abril.

O CFPB (Escritório de Proteção Financeira do Consumidor) reforça as regras para as grandes empresas de tecnologia a fim de proteger os usuários de pagamentos digitais

Algumas grandes empresas de tecnologia coletam dados em excesso, utilizando suas plataformas como ferramentas de vigilância. Chopra considerou que o fortalecimento das regulamentações seria crucial. As regras de open banking do CFPB, divulgadas em outubro, restringem a capacidade das empresas de usar dados de pagamento para fins publicitários e de marketing.

Uma norma finalizada em novembro conferiu ao CFPB (Escritório de Proteção Financeira do Consumidor) o mandato para supervisionar as ferramentas de pagamento da Apple Inc., do Google (da Alphabet Inc.) e de outros grandes provedores de pagamento digital.

A outra proposta busca estabelecer a Lei de Transferênciatronde Fundos (Electronic Fund Transfer Act), que protege o direito do consumidor de contestar pagamentos realizados por operadoras de novos sistemas de pagamento. Embora as stablecoins operem em torno de negociação e liquidação, é provável que seu escopo se expanda para além disso com o tempo. Tanto a Stripe Inc., a Visa Inc. quanto o PayPal Holdings Inc. possuem iniciativas relacionadas a stablecoins.

O órgão regulador explicou que as propostas visam reexaminar as expectativas do mercado em relação às leis de pagamento vigentes, sob a perspectiva do consumidor, sem recorrer a ordens ou decisões judiciais. O prazo para a segunda proposta é 31 de março.

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Nélio Irene

Nélio Irene

Nellius é formada em Administração de Empresas e TI, com cinco anos de experiência no setor de criptomoedas. Ela também é graduada pela Bitcoin Dada. Nellius já contribuiu para importantes publicações de mídia, incluindo BanklessTimes, Cryptobasic e Riseup Media.

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