ÚLTIMAS NOTÍCIAS
SELECIONADO PARA VOCÊ
SEMANALMENTE
MANTENHA-SE NO TOPO

As melhores informações sobre criptomoedas direto na sua caixa de entrada.

Trump exige que a Microsoft demita Lisa Monaco

PorNélio IreneNélio Irene
Tempo de leitura: 2 minutos
  • Odent Donald Trump pediu publicamente que a Microsoft demitisse Lisa Monaco, classificando-a como uma "ameaça à segurança nacional dos EUA"
  • A Microsoft não respondeu publicamente à exigência de Trump, e a Monaco não comentou as alegações.
  • A Microsoft continua a trabalhar com agências governamentais dos EUA e recentemente garantiu importantestracde serviços em nuvem.

Donald Trump pediu que a Microsoft demita Lisa Monaco,dent de Assuntos Globais da empresa. Ele classificou Monaco como uma "inimiga da segurança nacional dos EUA", citando seus cargos anteriores nas administrações Obama e Biden, incluindo sua posição mais recente como vice-procuradora-geral.

Trumptronopôs veementemente ao acesso de Monaco a informações sensíveis, especialmente considerando os inúmeros contratos da Microsofttracdiversas agências governamentais americanas. Ele levantou a possibilidade de que a posição dela na empresa pudesse ameaçar a segurança nacional. 

Trump argumentou que a experiência anterior dela na aplicação da lei federal e seu novo cargo corporativo representavam potenciais conflitos de interesse em relação a informações governamentais confidenciais ou sensíveis, cuja segurança era de responsabilidade de Monaco.

A exigência de sua demissão surge em meio a um crescente escrutínio político sobre ex-funcionários do governo que assumem cargos de alto escalão em empresas de tecnologia privadas com ligações governamentais. Os comentários de Trump foram anunciados em sua plataforma de mídia social, Truth Social, que possui milhares de seguidores e certamente aumentará a pressão sobre ele.

Trump acusa Mônaco de má conduta

Em sua publicação, Trump fez sérias acusações contra Lisa Monaco, sugerindo que sua conduta em cargos governamentais anteriores levou à revogação de suas autorizações de segurança. Ele também afirmou que Monaco foi impedida de acessar propriedades federais, medidas que descreveu como resposta a "atos injustos".

Trump também acusou Monaco de usar uma "autopen", um dispositivo mecânico capaz de duplicar uma assinatura, para falsificar a assinatura dodent Biden em documentos oficiais do governo. Ele descreveu essa acusação como parte do que considerou um padrão maior de irregularidades, argumentando que sua conduta no passado gera receio em relação à confiança e aos protocolos federais, e questionando se tal conduta indica sua confiabilidade.

Trump acusou a nomeação de Monaco para um cargo corporativo de representar um risco à segurança nacional, alegando que seu suposto histórico de má conduta deveria desqualificá-la para ter acesso a informações governamentais confidenciais.

A Microsoft se recusa a comentar as alegações sobre Mônaco

A Microsoft não se pronunciou publicamente sobre as exigências dodent Trump para a demissão de Lisa Monaco. Os vídeos ganharam grande repercussão, mas a Microsoft não comentou o assunto. Monaco, que ingressou na gigante da tecnologia em maio de 2025 comodent de Assuntos Globais, ainda não divulgou nenhuma declaração sobre as acusações.

Apesar da reação negativa, a Microsoft continua colaborando com o governo dos EUA em outras frentes, como por meio de uma parceria contínua com o Departamento de Defesa e outros departamentos federais. A empresa recentemente ganhou grandes contratostracserviços em nuvem, provando que continua sendo uma fornecedora essencial de tecnologia para o governo. Esses contratostracà Microsoft amplo acesso a sistemas federais sensíveis, e esse contexto ajuda a enquadrar as preocupações com a segurança nacional alimentadas por Trump.

Analistas do setor afirmaram em um e-mail que a Microsoft é bastante transparente sobre o uso de seus serviços pelo governo e por pessoas no poder, e que, portanto, a empresa é sensível ao comportamento de seus líderes. Eles observaram que a Microsoft frequentemente busca um equilíbrio entre liderar e responder às críticas públicas e políticas. Os analistas acrescentaram que a resposta da empresa, ou a falta dela, pode influenciar a forma como clientes governamentais e observadores externos percebem sua gestão.

Neste momento, não está claro se a Microsoft cederá à exigência de Trump ou se fará algo em relação a Mônaco. As circunstâncias ilustram o crescente foco público sobre ex-funcionários do governo e sua entrada em posições de destaque em empresas do setor privado com ligações com o governo.

Não se limite a ler notícias sobre criptomoedas. Compreenda-as. Assine nossa newsletter. É grátis.

Compartilhe este artigo
Nélio Irene

Nélio Irene

Nellius é formada em Administração de Empresas e TI, com cinco anos de experiência no setor de criptomoedas. Ela também é graduada pela Bitcoin Dada. Nellius já contribuiu para importantes publicações de mídia, incluindo BanklessTimes, Cryptobasic e Riseup Media.

MAIS… NOTÍCIAS
CURSO INTENSIVO DE CRIPTOMOEDAS AVANÇADAS