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Telegram compartilhará dados de usuários com as autoridades, incluindo endereços IP e números de telefone

PorJai HamidJai Hamid
Tempo de leitura: 2 minutos
Telegrama
  • O Telegram está ligado a atividades criminosas graves, incluindo a distribuição de conteúdo de abuso infantil.
  • A empresa agora compartilhará os endereços IP e números de telefone dos usuários com as autoridades, caso receba solicitações legais válidas.
  • Isso ocorre depois que o CEO Pavel Durov foi preso na França por supostamente não cooperar com as autoridades policiais.

A plataforma de mensagens Telegram decidiu compartilhar os endereços IP e números de telefone de seus usuários com as autoridades.

Essa decisão foi anunciada pelo CEO Pavel Durov após sua prisão na França. Durov enfrenta acusações de cumplicidade na disseminação de pornografia infantil na plataforma.

Durov enfrenta reação negativa enquanto o Telegram luta com demandas legais

O Telegram atualizou seus termos de serviço para incluir o cumprimento de exigências legais.

A plataforma é frequentemente criticada por sua falta de cooperação com os governos. Ela tem servido de refúgio para pessoas que desejam evitar a justiça. 

No passado, o Telegram recusou-se repetidamente a fornecer informações de usuários ou a remover conteúdo. Isso o tornou alvo de agências de aplicação da lei em todo o mundo.

Em agosto, promotores franceses alegaram que o Telegram havia se tornado um terreno fértil para atividades criminosas, incluindo a distribuição de conteúdo de abuso sexual infantil. 

As acusações são graves e responsabilizam Durov por ignorar as autoridades enquanto criminosos se aproveitavam da moderação frouxa da plataforma.

Após sua prisão, Durov foi obrigado a permanecer na França para que as investigações prosseguissem. Seus problemas legais levaram a diversas mudanças no funcionamento do Telegram.

Recentemente, o aplicativo desativou o envio de novas mídias, o que, segundo Durov, foi uma tentativa de impedir bots e golpistas. 

O Telegram tem sido usado por todos os tipos de grupos, desde manifestantes a teóricos da conspiração, para planejar atividades sem medo de vigilância governamental.

Por exemplo, grupos supremacistas brancos nos EUA usaram o aplicativo para organizar ataques a redes elétricas.

Entretanto, o Kremlin tentou bloquear o Telegram em 2018, mas falhou, levantando a proibição dois anos depois, quando alegaram que Durov ajudaria a combater o extremismo.

A plataforma também enfrenta desafios na Ucrânia. O governo ucraniano a proibiu em dispositivos oficiais usados ​​por funcionários do governo e militares. 

O grupo Rnbo afirma que o Telegram está sendo usado pelo inimigo para ciberataques, phishing, disseminação de software malicioso e até mesmo para corrigir ataques de mísseis.

Em um comunicado divulgado na semana passada, o Telegram afirmou que nunca forneceu dados de mensagens a nenhum país, incluindo a Rússia.

Países como o Irã e a China são conhecidos por seus rígidos controles sobre a internet. Se o Telegram concordar em compartilhar dados com eles, isso poderá colocar os usuários nesses países em sério risco. 

Durov insistiu que a plataforma só atenderá a solicitações legais válidas, mas isso pode não ser suficiente para tranquilizar os usuários.

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