O fundador do SoftBank aposta o futuro da sua empresa na OpenAI após um aporte de US$ 32 bilhões

- Masayoshi Son, CEO da SoftBank, tem como objetivo posicionar a empresa como líder global em superinteligência artificial (ASI) na próxima década.
- A empresa adquiriu a Graphcore e a Ampere Computing por US$ 6,5 bilhões, além de firmar parceria com a Oracle e a MGX no projeto Stargate, de US$ 500 bilhões, para dar suporte à infraestrutura da OpenAI.
- Son enfatizou a importância de manter um relacionamentotroncom o governo dos EUA, apoiando a América como o principal centro de inovação e oportunidades em IA.
Apesar das tensões geopolíticas, conflitos e disputas de fronteira, o SoftBank aposta na relação amistosa entre o Japão e os EUA para se tornar o principal nome no campo altamente competitivo da superinteligência artificial (ASI).
Masayoshi Son pretende transformar o SoftBank no líder mundial em superinteligência artificial — uma forma de IA que é, pelo menos em teoria, mais inteligente que os humanos — na próxima década, e está apostando tudo nessa ambição.
O fundador do SoftBank está apostando tudo na ASI
Masayoshi Son anunciou suas ambições em uma assembleia anual de acionistas realizada em Tóquio na sexta-feira. Ele também proclamou que apenas um punhado de empresas colherá os benefícios dos cerca de 600 trilhões de ienes, equivalentes a US$ 4,155 trilhões, em lucros que a ASI poderá gerar nos próximos dez anos.
Uma das maneiras pelas quais ele planeja garantir que sua empresa, com raízes japonesas, seja uma delas, é fortalecendo seu relacionamento com a OpenAI. Masayoshi afirmou que, até o final do ano, o SoftBank terá investido até US$ 32 bilhões na OpenAI, tornando-se um dos maiores investimentos individuais já feitos em uma empresa privada.
E o investimento está dando frutos. Em fevereiro, ambas as empresas anunciaram um plano para uma joint venture com o objetivo de fornecer às principais empresas japonesas inteligência artificial empresarial avançada, chamada "Cristal Intelligence"
Os investimentos do SoftBank na OpenAI estão alinhados com a crença de Masayoshi no valor da empresa liderada por Altman. O famoso CEO acredita que a OpenAI eventualmente abrirá seu capital e, por fim, se tornará a empresa mais valiosa do planeta.
Masayoshi prevê que essa abertura de capital aconteça dentro de alguns anos.
Masayoshi Son acredita que é importante manter-se em boas graças com os americanos
O SoftBank tem se mostrado cada vez mais ousado em sua investida no setor de IA e reconhece os Estados Unidos como um terreno fértil no qual podetracseus planos.
Em julho passado, adquiriu a Graphcore, fabricante britânica de chips de IA. Este ano, anunciou a aquisição da Ampere Computing, , em um negócio de US$ 6,5 bilhões.
Além disso, no início deste ano, o SoftBank se uniu à OpenAI para anunciar um projeto conjunto chamado Stargate, com o objetivo de construir a infraestrutura para o criador do ChatGPT. A empresa de banco de dados Oracle e a MGX, investidora apoiada pelos Emirados Árabes Unidos, também foram nomeadas parceiras de capital no empreendimento.
As empresas investirão até US$ 500 bilhões no projeto Stargate nos próximos quatro anos. Muitos observadores estão atentos aos do SoftBank, enquanto o Japão tenta fechar um acordo com o governo Trump, que está empenhado em resolver defietracmais investimentos estrangeiros para os Estados Unidos.
Sobre seu relacionamento com odent Trump, Son enfatizou a importância de trabalhar em estreita colaboração com o governo dos EUA, chamando os Estados Unidos de "o maior centro de IA do mundo e o epicentro técnico dessa revolução"
Son está convencido de que “a América é onde se encontram as maiores oportunidades” e está totalmente a favor de manter boas relações com o país se isso significar que sua empresa se beneficiará a longo prazo. Ele precisa estar, pois espera que seus US$ 32 bilhões sejam uma pechincha no futuro.
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Hannah Collymore
Hannah é escritora e editora com quase uma década de experiência em redação para blogs e cobertura de eventos. Ela se formou em Administração de Empresas pela Universidade Arcadia. Atualmente, trabalha na Cryptopolitan, onde contribui com reportagens sobre os últimos acontecimentos nos setores de criptomoedas, jogos e inteligência artificial.
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