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A ausência de uma CBDC por parte dos bancos centrais pode ser prejudicial – BCE

PorParth DubeyParth Dubey
Tempo de leitura: 2 minutos
CBDC

Resumo resumido

  • O Banco Central Europeu divulgou um relatório intitulado "O papel internacional do euro".
  • O texto discute como certos países que não possuem planos para moedas digitais de banco central (CBDC, na sigla em inglês) estão em risco.

Há muitos receios em relação aos bancos no que diz respeito às criptomoedas. A possibilidade de novas regras impostas pelos bancos aos seus clientes é bastante real. Recentemente, o Banco Central Europeu divulgou um relatório intitulado "O papel internacional do euro". O relatório enfatizou a análise crítica do crescimento das criptomoedas e, claro, o resultado da ausência de Moedas Digitais Bancárias (CBDCs). As CBDCs são controladas pelo governo e pelos bancos de um país.

Quais os possíveis malefícios da ausência de uma CBDC?

Segundo o relatório do Banco Central Europeu, se um país não emitir sua própria CBDC (Moeda Digital do Banco Central), diversas consequências negativas poderão surgir. A CBDC é responsabilidade do banco central de cada nação, e o Banco Central Europeu acredita que sua existência seja fundamental. O relatório afirma que seria mais fácil manter a integridade e a estrutura do sistema de pagamentos doméstico do país, além de garantir a segurança dos pagamentos internacionais realizados diariamente.

As Moedas Digitais de Bancos Centrais (CBDCs) são criptomoedas controladas por bancos, ou seja, não são descentralizadas. Conforme apontado pelo Banco Central Europeu, podem surgir situações em que empresas estrangeiras, como o Facebook, que lançou a Libra, criem suas próprias criptomoedas. Essas criptomoedas podem se tornar o único meio de troca nesses países.

Assim, de acordo com o BCE, seria vantajoso para o respectivo país lançar uma CBDC, de forma a manter sua autonomia e controlar o poder de tais entidades multinacionais em seu território.

A utilização de moedas de propriedade privada ameaçará a estabilidade do mercado e as empresas do país serão prejudicadas devido ao poder dessas moedas controladas por entidades privadas.

A discussão surgiu quando o banco, em conjunto com a Comissão Europeia, decidiu lançar um euro digital, que seria idêntico ao euro tradicional, mas em forma de criptomoeda. Tal euro poderia trazer diversos benefícios e, até o momento, seu lançamento pode levar cerca de quatro anos, conforme confirmado peladent Christine Lagarde em março.

Embora a presença de Moedas Digitais de Bancos Centrais pareça ser bastante benéfica para países com moedas fiduciárias fracas e instáveis, é importante que cada país desenvolva sua própria versão de moeda digital para seu próprio benefício e também para "reduzir a autonomia da política monetária nas economias em questão".

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