A Nigéria está revolucionando o setor com sua política de blockchain. Chimezie Chuta, fundador do Blockchain Nigeria User Group, anunciou uma grande novidade no Twitter.
Ele afirmou que “o trabalho de implementação da Política de Tecnologia Blockchain da Nigéria começa efetivamente hoje”. Chuta atuará como Presidente do Comitê Diretivo.

Em 21 de maio, a Agência Nacional de Desenvolvimento de Tecnologia da Informação (NITDA) reformulou o Comitê Diretivo da Política Nacional de Blockchain (NBPSC). Isso ocorreu durante um workshop de três dias em Abuja, capital da Nigéria.
Segundo informações, eles estão em uma missão para atualizar e aprimorar as regras e estratégias para a tecnologia blockchain no país. O Diretor-Geral da NITDA, Kashifu Inuwa, tinha muito a dizer sobre esse novo comitê.
Ele mencionou que trazer especialistas e líderes do mundo blockchain é fundamental, acrescentando que:
“As suas opiniões serão cruciais para o desenvolvimento de uma estratégia abrangente para implementar eficazmente a Política Nacional de Blockchain.”
O objetivo aqui é introduzir novas tecnologias e adaptar-se à economia em constante mudança. Eles querem que essa política abranja mais áreas, como registro de terras, saúde e educação. Espera-se que ela tenha um impacto positivo tanto no setor público quanto no privado na Nigéria.
A Política Nacional de Blockchain, aprovada em maio de 2023, planeja criar uma estrutura econômica baseada em blockchain.
Essa estrutura ajudará a garantir transações confiáveis, compartilhamento de dados simplificado e troca de valor eficiente entre indivíduos, empresas e órgãos governamentais.

A Nigéria está investindo pesado em tecnologia blockchain. A NITDA anunciou recentemente planos para criar centros de pesquisa especializados em tecnologias de ponta, como inteligência artificial e blockchain. Esses centros serão distribuídos pelas seis zonas geopolíticas da Nigéria.
Esses centros de pesquisa se concentrarão em áreas como dispositivos conectados, inovação em blockchain, tecnologia de drones, manufatura aditiva, inteligência artificial e engenharia robótica.
A ideia é impulsionar avanços e aplicações práticas nessas áreas.

