Nigéria intensifica repressão a crimes com criptomoedas à medida que regulamentações se tornam mais rigorosas

- Agentes da Interpol da Nigéria receberam treinamento para traccrimes cibernéticos usando análise de blockchain.
- A sessão teve como objetivo combater o crescente número de crimes cibernéticos contra ativos digitais na Nigéria.
- Especialistas enfatizaram a importância de reduzir a lacuna de capacidade no combate ao cibercrime por meio da colaboração.
A Interpol nigeriana, especialistas em segurança cibernética e outros membros da comunidade de inteligência local se reuniram para discutir como lidar com o cibercrime na Nigéria, que está em crescimento.
Aprimoramento das habilidades das forças policiais
O encontro, realizado em Abuja, capital da Nigéria, no âmbito de uma plataforma de treinamento organizada pela A&D Forensics em colaboração com o Africa Stablecoin Consortium, teve como objetivo capacitar a Interpol nigeriana a reduzir os crimes relacionados a ativos digitais, especialmente as stablecoins.
A sessão de treinamento foi elaborada para capacitar os agentes da Interpol com o conhecimento necessário para usar a inteligência e a análise da blockchain no trace na punição de cibercriminosos envolvidos em Bitcoin e stablecoins. Chioma Onyekelu, especialista em blockchain, afirma que o objetivo da sessão era permitir que os agentes utilizassem a tecnologia blockchain para auxiliar trace na punição de cibercriminosos. Onyekelu disse que, atualmente, o cibercrime se transformou no equivalente digital do sistema bancário convencional, e os criminosos utilizam ativos digitais para cometer diferentes tipos de crimes cibernéticos.
Ele destacou que, como a Interpol da Nigéria recebe solicitações de parceiros internacionais relacionadas a crimes cibernéticos, é importante fortalecer suas capacidades por meio de treinamentos personalizados. Onyekelu explicou que, considerando que a Nigéria já está envolvida em negociações de ativos virtuais, o treinamento capacitará os agentes a lidar com crimes cibernéticos resolvidos por meio de stablecoins em ativos virtuais.
Preenchendo a lacuna no combate ao cibercrime
Owonibi, sócio sênior da A&D Forensics, declarou à imprensa que o treinamento era necessário devido ao aumento da criminalidade cibernética no país. Ele afirmou:
Existe uma grande discrepância entre a evolução dos crimes cibernéticos e a capacidade das agências de segurança pública nigerianas de acompanhá-los. Como cidadãos corporativos responsáveis, reconhecemos a necessidade de colmatar essa lacuna e auxiliar as nossas agências de segurança pública a estarem equipadas para lidar eficazmente com os crimes cibernéticos.
Owonibi afirmou que as controvérsias em torno da introdução da taxa de cibersegurança não são verdadeiras; o governo tem o direito de criar leis relativas à segurança nacional, e por isso decidiu promulgar a lei da taxa de cibersegurança.
Na segunda-feira, o CBN, o Banco Central da Nigéria, ou Banco da Nigéria, como alguns o chamam, exigiu que os bancos e outros provedores de serviços de pagamento retivessem 0,5% do valor total dastrone repassassem esse valor ao Nacional de Segurança Cibernética, que será administrado pela ONSA.
A Comissão de Valores Mobiliários da Nigéria (SEC) está a caminho de proibir as plataformas de troca ponto a ponto que utilizam o naira como moeda para criptomoedas, enviando assim umatronmensagem sobre a necessária mudança regulatória.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) recomendou recentemente que a Nigéria permita a entrada de corretoras globais de criptomoedas por meio de licenciamento, como parte de suas políticas de reforma econômica.
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Brian Koome
Brian Koome tem mais de sete anos de experiência em reportagens sobre blockchain e criptomoedas, atuando no setor desde 2017. Ele contribuiu para publicações de destaque, incluindo o BlockToday.com. Além disso, desenvolveu o curso Ethereum 101 para o BitDegree.org antes de se juntar ao Cryptopolitan como redator em tempo integral. Brian escreve guias permanentes (EGs), análises aprofundadas, entrevistas e análises de preços. Seu foco em DeFi, inovação em blockchain e projetos cripto emergentes encanta os leitores.
















