Uma nova lei foi introduzida no início deste ano pelo Banco do México, que obriga as startups mexicanas de blockchain a solicitarem uma licença de operação no país .
O motivo pelo qual as startups tiveram que se inscrever foi a ligação da blockchain com as finanças, classificando-as, portanto, como prestadoras de serviços financeiros.
No entanto, a lei não havia sido totalmente implementada até recentemente, quando começaram a surgir notícias na mídia mexicana sobre algumas startups de blockchain que poderiam, em última instância, interromper suas operações.
A licença acarreta diversos custos, pois é solicitada uma compensação financeira, além da contratação de especialistas para garantir a conformidade da startup.
Isso pode soar duro agora, mas não podemos esquecer que a versão anterior da regulamentação de criptomoedas praticamente impôs uma proibição permanente à negociação, troca e venda de criptomoedas por startups locais. Ter que solicitar uma licença era basicamente uma porta de entrada para a maioria dos empreendedores, mas infelizmente nem todos têm o financiamento necessário para isso.
Felizmente, porém, existem diversas autoridades mexicanas que se opõem diretamente aos novos requisitos, afirmando que o nível exigido é muito alto e pode potencialmente introduzir um monopólio por parte de empresas já estabelecidas em jurisdições offshore.
Não é nenhuma surpresa que as autoridades mexicanas solicitem o domínio de empresas mexicanas, e não estrangeiras, em seu território.
Regulamentação mexicana de criptomoedas