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Malásia adota tecnologia de leitura de íris da Worldcoin para identidade digital

PorJai HamidJai Hamid
Tempo de leitura: 2 minutos
Malásia adota tecnologia de leitura de íris da Worldcoin para identidade digital
  • A Malásia está integrando a tecnologia de escaneamento de íris da Worldcoin em seu sistema de identidade digital para processos de verificação pessoal.
  • A Worldcoin enfrentou escrutínio global e problemas regulatórios, com operações interrompidas em locais como Hong Kong e Espanha devido a preocupações com a privacidade.

A Malásia decidiu integrar a controversa tecnologia de leitura de íris da Worldcoin em sua infraestrutura digital nacional. 

A parceria envolve um memorando de entendimento (MoU) entre a Worldcoin Foundation, a Tools for Humanity (TFH), a MyEG e a MIMOS Berhad, o braço de pesquisa e desenvolvimento do governo.

A tecnologia de escaneamento de íris da Worldcoin tem sido anunciada como algo de ficção científica de última geração, onde uma leitura do seu globo ocular determina suadent.

O novo campo de atuação da Worldcoin: Malásia

Com o memorando de entendimento assinado, a Worldcoin está pronta para iniciar suas operações na Malásia. A colaboração permitirá que os malaios verifiquem sua "humanidade" por meio da tecnologia de imagem da íris da TFH. 

Se isso parece intenso, é porque realmente é. Estamos falando de um sistema que escaneia sua íris e usa esses dados para provar que você é um ser humano vivo e respirando — não um robô de inteligência artificial.

O acordo também abre caminho para outras colaborações. Entre elas, a fabricação dos dispositivos exclusivos da Worldcoin — aqueles sofisticados aparelhos usados ​​para a leitura da íris — e a possível integração do sistema blockchain da Worldcoin com a Infraestrutura Nacional de Blockchain da Malásia.

Expansão global em meio a grandes preocupações

A Malásia não é o primeiro país a aderir à tecnologia da Worldcoin. A empresa já lançou iniciativas semelhantes na Europa e na América Latina, elevando o número total de usuários verificados para milhões. 

Mas, embora esteja ganhando terreno, a trajetória da Worldcoin não tem sido isenta de percalços. No início deste ano, ela introduziu um sistema de computação multipartidária segura (SMPC). 

Essa sofisticada tecnologia de criptografia permite que os dados da íris sejam divididos em várias partes, garantindo a privacidade. Ela supostamente garante que ninguém — nem mesmo a Worldcoin — consiga reunir suas informações biométricas. 

Eles afirmam que é a solução definitiva para as preocupações com a privacidade, mas, dada a atenção global que a empresa tem recebido, nem todos estão convencidos.

2024 foi um ano difícil para a Worldcoin, com órgãos reguladores de todo o mundo submetendo o projeto a escrutínio e sanções. Hong Kong foi um dos primeiros a encerrar as operações da Worldcoin. 

Malásia adota tecnologia de leitura de íris da Worldcoin para identidade digital
Os fundadores da Worldcoin, Sam Altman e Alex Blania

A Autoridade Monetária de Hong Kong encerrou suas atividades em maio de 2024, alegando violações das leis de privacidade. Isso ocorreu após uma série de inspeções revelarem riscos graves à privacidade dos usuários, forçando a Worldcoin a encerrar suas atividades e deixar o país.

A Espanha não tem sido mais benevolente. As operações da Worldcoin naquele país foram suspensas no início deste ano, e a proibição foi prorrogada até pelo menos o final de 2024. 

A Agência Espanhola de Proteção de Dados (AEPD) manifestou sérias preocupações sobre a forma como os dados pessoais estavam sendo tratados, o que levou ao congelamento de todas as atividades.

A TFH, organização por trás da Worldcoin, concordou com a pausa, trabalhando com a Autoridade Bávara de Proteção de Dados da Alemanha (BayLDA) para garantir a conformidade com as regulamentações do GDPR.

Worldcoin abre o código-fonte de um sistema de computação multipartidária | Atualização Biométrica

O projeto também foi alvo de escrutínio em muitos outros países, incluindo Índia, Coreia do Sul, Alemanha e Brasil. O que todos têm em comum? Preocupações sobre como a empresa coleta e utiliza dados biométricos. 

Os governos estão preocupados com o possível uso indevido e investigações foram iniciadas para esclarecer a situação. Mas nem tudo está perdido. No Quênia, a Worldcoin conseguiu escapar ilesa. 

A Diretoria de Investigações Criminais (DCI) do país havia suspendido o projeto em agosto de 2023, mas, após uma investigação minuciosa, não encontrou motivos para prosseguir com a ação. 

Com a investigação encerrada, representantes da Worldcoin disseram estar otimistas quanto à retomada das operações no Quênia no próximo ano.

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