Janet Yellen acredita que os EUA são os culpados pela morte do dólar

- Janet Yellen acredita que o uso frequente de sanções pelos Estados Unidos está causando a desdolarização, enfraquecendo seu domínio global.
- O Irã e a Rússia começaram a realizar todas as transações sem o dólar, impulsionados por esforços para neutralizar as sanções.
- O Goldman Sachs prevê que os BRICS serão a maior economia do mundo até 2075, empurrando os Estados Unidos para o terceiro lugar.
Janet Yellen, Secretária do Tesouro dos EUA, apontou o dedo para os próprios Estados Unidos como responsáveis pela potencial queda do dólar. Ela expressou sua opinião durante um discurso perante o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes na terça-feira.
Janet explicou que o uso frequente de sanções pelos Estados Unidos como instrumento de política externa está prejudicando a posição do dólar no mundo. Os países estão se afastando do dólar, tentando se proteger dessas sanções.

Ela disse que esse hábito está criando inimigos para o dólar. Muitos países estão aderindo à cruzada de usar outras moedas no comércio internacional. Isso está enfraquecendo a posição do dólar e aumentando a pressão sobre a economia americana.
Os países estão fartos de estar à mercê dos EUA e procuram evitar o dólar. Só este ano, a Rússia, a China e a Hungria classificaram os Estados Unidos como terroristas económicos.
Em seu depoimento, Janet enfatizou que esses países continuarão com a desdolarização se os EUA não mudarem sua abordagem. O Secretário do Tesouro afirmou que:
“Quanto mais sanções impusermos, mais pressionaremos essas nações a diversificar suas reservas cambiais.”
Um exemplo claro disso é a crescente relação entre o Irã e a Rússia. O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, anunciou que todas as transações entre o Irã e a Rússia agora são feitas sem o dólar.
O mesmo se aplica a todas as transações comerciais entre a Rússia e a Índia. Vladimir Putin é a principal força por trás da destituição dos Estados Unidos e do seu dólar.

Ghalibaf explicou que o BRICS oferece uma grande oportunidade para os países que buscam se afastar do dólar. Ele acusou os Estados Unidos de serem egoístas, cruéis e unilaterais.
Entretanto, o Goldman Sachs previu uma recessão econômica para os Estados Unidos. Eles acreditam que os BRICS ocuparão o primeiro e o segundo lugar entre as maiores economias do mundo até 2075.
A Índia e a China ultrapassarão a economia dos EUA por uma margem considerável, deixando-a muito para trás, em terceiro lugar. Nos próximos 50 anos, as chances de os Estados Unidos permanecerem uma superpotência econômica serão praticamente nulas.

Os países em desenvolvimento devem superar a Arábia Saudita em vários setores, incluindo comércio, tecnologia e fintech. Espera-se também que a Arábia Saudita apresente um crescimento econômico expressivo. O Goldman Sachs prevê que sua economia poderá atingir US$ 6,1 trilhões.
Lembre-se de que, embora a Arábia Saudita não tenha aceitado a oferta de adesão ao BRICS, recentemente alertou os EUA e o Reino Unido contra o congelamento de ativos russos.
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