Em meio ao caos causado pelo Coronavírus, parece que os investidores estão se voltando para o mercado de criptomoedas na Índia em busca de um alívio. Recentemente, uma corretora de criptomoedas com sede na Índia teria captado US$ 3 milhões em uma série de rodadas de financiamento com a participação de diversos investidores de ponta dos Estados Unidos.
A rodada de financiamento foi liderada pela Polychain, HDR Group e Bain Capital Ventures. A recente recessão do mercado impôs uma forte pressão sobre o setor de criptomoedas, fazendo com que a maioria delas sofresse grandes perdas no mês anterior.
As enormes vendas nos mercados da Europa e dos Estados Unidos deixaram as empresas em situação precária, lutando agora para manter a liquidez. No entanto, o mercado de criptomoedas na Índia, após a decisão da Suprema Corte de derrubar a proibição das criptomoedas no país, está atraindo novos olhares.
Criptomoedas na Índia em expansão apesar do mercado em baixa
Apesar do cenário caótico em outras regiões, o mercado de criptomoedas na Índia parece apresentar uma situação otimista. Segundo relatos, a corretora de criptomoedas indiana CoinDCX acaba de captar cerca de US$ 3 milhões para impulsionar a adoção de criptomoedas no país. Analistas consideram essa iniciativa extremamente positiva para o mercado emergente de criptomoedas na Índia.
A CoinDCX foi lançada em 2018 como um mercado que permite aos usuários negociar criptomoedas usando um modelo de agregação de liquidez com a integração das principais corretoras de criptomoedas, incluindo Binance, OKEx e Houbi.
O financiamento recém-recebido será utilizado para aprimorar os produtos e serviços oferecidos pela corretora. Uma grande parte dos recursos será destinada à pesquisa e desenvolvimento da CoinDCX. Os departamentos de recursos humanos e marketing também receberão um reforço significativo.
Para maximizar os benefícios de um mercado emergente, a CoinDCX pretende desenvolver uma solução de integração com moeda fiduciária, juntamente com um produto de negociação de criptomoedas, até o final deste ano.

