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Autoridades indianas apreendem US$ 189 milhões em esquema de fraude de investimento da Bitconnect

Neste post:

  • As autoridades indianas apreenderam US$ 189 milhões em conexão com o esquema de fraude de investimentos da BitConnect e prenderam o promotor da plataforma.
  • O Departamento de Execução apreendeu cashem espécie, um carro e outros dispositivos digitais durante uma busca no local onde o criminoso estava.
  • Autoridades descobrem transações na dark web enquanto tribunal dos Estados Unidos concede indenização de US$ 17 milhões a 800 vítimas.

As autoridades indianas, por meio do Departamento de Execução, apreenderam criptomoedas no valor de 1.646 crore de rúpias (aproximadamente US$ 189 milhões) em conexão com um golpe de investimento em criptomoedas.

Segundo as autoridades, os fundos, que estavam em diversos ativos digitais, estavam ligados à fraude de criptomoedas da Bitconnect. A plataforma lesou inúmeros investidores, seduzindo-os com tentadoras oportunidades de investimento em títulos. Além dos fundos, o departamento também apreendeu cashem espécie, um SUV e diversos dispositivos digitais encontrados durante buscas realizadas em diferentes locais entre 11 e 15 de fevereiro.

Na declaração fornecida pelo Departamento de Fiscalização, a agência mencionou que investigou em conformidade com as disposições da Lei de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PMLA), de acordo com os boletins de ocorrência registrados pela Delegacia de Polícia Criminal (CID) em Surat.

Autoridades indianas detêm suspeitos ligados à Bitconnect

Segundo as autoridades indianas, os suspeitos realizaram suas atividades de novembro de 2016 a janeiro de 2018, arrecadando fundos de investidores na Índia e no exterior para fins de investimento. A declaração da polícia revelou que o fundador da plataforma de investimentos BitConnect, uma organização ilegal, pagava redes de promotores em todo o mundo para apresentar a plataforma a pessoas.

Em troca do recrutamento de investidores, os promotores recebem uma comissão correspondente. Os investidores foram induzidos a depositar fundos, em cash ou outros ativos digitais, na plataforma de empréstimo representada pela BitConnect. A plataforma informava aos investidores que, entre outras vantagens, utilizaria um robô de negociação de volatilidade, que, segundo eles, ajudaria os investidores a gerar retornos de até 40% ao mês.

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As autoridades indianas também mencionaram que a plataforma de investimentos BitConnect anunciava retornos falsos, prometendo aos investidores rendimentos de até 1% ao dia ou 3700% ao ano. A agência afirmou que os acusados ​​tinham pleno conhecimento dessas promessas e, mesmo assim, recrutaram pessoas para investir seus recursos na plataforma. As autoridades indianas alegaram que a plataforma não utilizava um robô de negociação, mas que os fundos dos investidores eram desviados e transferidos para carteiras sob seu controle.

Investigações revelam rastro de carteiras digitais

Segundo as autoridades indianas, os criminosos usaram os fundos em benefício próprio, desviando-os para a compra de artigos de luxo e ainda ficando com uma parte deles. A agência informou que a investigação sobre as carteiras digitais usadas nas operações revelou a existência de várias delas. O objetivo da investigação era tentar descobrir a origem e o destino dos fundos.

A agência destacou que a maioria das transações tracestava ligada à dark web, com os criminosos tentando, estrategicamente, torná-las impossíveis detrac. No entanto, como parte de sua inteligência de campo e expertise em trac, foi possível detectar as carteiras digitais que continham os ativos digitais, apreendendo-as dos criminosos. Em uma investigação anterior relacionada ao caso, as autoridades conseguiram apreender bens no valor de 489 milhões de rúpias dos criminosos.

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Segundo algumas fontes, os investidores na plataforma eram cidadãos de diversos países do mundo. Enquanto as autoridades indianas prosseguem com as investigações, os responsáveis ​​também estão sendo julgados nos Estados Unidos por autoridades federais. De acordo com uma decisão do tribunal distrital federal de San Diego, mais de US$ 17 milhões em restituição foram destinados a cerca de 800 vítimas do esquema em 40 países.

O criador da plataforma, Satish Kumbhani, foi indiciado em 2022, e seu promotor nos Estados Unidos, Glenn Arcaro, foi indiciado por conspiração para cometer fraude eletrônica. Esse esquema ressalta a necessidade de vigilância no setor de criptomoedas. Ao contrário do setor financeiro tradicional, onde as empresas podem se esforçar para recuperar fundos roubados, é difícil recuperar fundos perdidos no setor de criptomoedas.

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