O Instituto de Banqueiros de Hong Kong (HKIB) anunciou a entrada de seis novos bancos virtuais no mercado de Hong Kong. Esses novos participantes refletem a crescente tendência de bancos virtuais, especialmente na região da Ásia-Pacífico.
O HKIB divulgou um comunicado de imprensa informando que o Instituto de Treinamento e Certificação Bancária de Hong Kong adicionou seis novos bancos virtuais à sua lista de membros. Essas novas entidades impulsionam o crescente setor financeiro digital da cidade. Atualmente, o HKIB conta com cem membros corporativos, além dos seis mil membros já existentes. A lista mais recente inclui o Banco da China, o WeLab Bank Ltd. e o Fusion Bank Ltd.
Os bancos virtuais de Hong Kong estão na vanguarda da mudança
O CEO do HKIB, Carrie Leung, afirmou que sua organização está entusiasmada com a adição de seis novos parceiros. Os seis novos bancos virtuais de Hong Kong marcam o início de uma era empolgante no setor financeiro da cidade. Ao mesmo tempo, ele ressaltou que padrões avançados de treinamento devem ser seguidos para garantir um desenvolvimento acelerado.
A mais recente adição sugere que o HKIB pretende incluir mais bancos virtuais em seu portfólio para atingir suas metas de fintech para 2020. De acordo com o comunicado à imprensa, o HKIB também oferece treinamento extensivo em fintech e cursos de atualização, além de abordar tópicos relacionados à segurança digital. No ano passado, a Autoridade Monetária de Hong Kong começou a conceder licenças para bancos virtuais a empresas privadas. A ideia era incentivar o desenvolvimento de soluções financeiras alternativas que impulsionassem o setor de fintech.
Criptomoedas, fintechs e bancos virtuais fazem parte da iniciativa de digitalização de Hong Kong
O esforço para modernizar o setor fiscal da cidade significa que Hong Kong está de olho em criptomoedas, bancos virtuais e outras medidas semelhantes. As autoridades estão trabalhando na criação de regulamentações e diretrizes para as corretoras de criptomoedas.
No entanto, o aumento das tensões políticas pode exigir uma reconsideração. Os protestos anti-China afetaram diversos setores e indústrias em toda a cidade. Muitos de Hong Kong mantêm relações com empresas da China continental. Resta saber como a cidade lidará com as questões políticas e técnicas.
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