A FalconX mira a demanda por ativos digitais na América Latina com expansão para o Brasil

- A FalconX expandiu suas operações para o Brasil a fim de atender à crescente demanda institucional por ativos digitais na América Latina.
- O Brasil lidera a região da América Latina em atividade institucional com criptomoedas, com um aumento de 48%, segundo a Chainalysis.
- Essa iniciativa faz parte do crescimento global da FalconX, após expansões para a Europa, Ásia e Oriente Médio.
A FalconX expandiu suas operações para o mercado de criptomoedas da América Latina, começando pelo Brasil. Essa expansão ocorreu por meio de parcerias com empresas como BTG Pactual e Mercado Bitcoin, reforçando o objetivo da FalconX de apoiar um ecossistema de ativos digitais em rápido crescimento em toda a região.
A corretora de ativos digitais FalconX expandiu oficialmente suas operações para a América Latina, iniciando atividades no Brasil como parte de sua estratégia de crescimento global.
Ao longo do último ano, a empresa também se expandiu para a Europa, Ásia e Oriente Médio, incorporando instituições tradicionais como bancos, fundos de hedge e gestores de ativos à sua base de clientes.
“Estamos expandindo para essas regiões porque estamos vendo uma demanda muitotronde instituições tradicionais, além de um grande volume de vendas”, disse Josh Barkhordar, chefe de vendas para as Américas da FalconX. “Essa tendência não se restringe à América Latina e acreditamos que continuará globalmente, pois claramente existe uma demanda ainda não atendida.”
A FalconX chegou ao Brasil
A expansão para o mercado latino-americano é um marco significativo para a empresa sediada nos EUA e vem acompanhada de parcerias de alto nível, incluindo o BTG Pactual, um dos maiores bancos de investimento do Brasil, e o Mercado Bitcoin, o braço de criptomoedas da gigante do e-commerce MercadoLibre.
Essas colaborações permitirão que instituições locais ofereçam serviços de negociação, crédito e custódia de ativos digitais por meio da plataforma completa de corretagem prime da FalconX.
“A América Latina é uma das regiões de crescimento mais rápido em adoção de criptomoedas”, disse Barkhordar. “Os marcos regulatórios implementados na região, juntamente com instituições visionárias e fatores econômicos reais, estão impulsionando a adoção de ativos digitais.”
O Brasil lidera a América Latina em crescimento institucional de criptomoedas
O governo brasileiro e os órgãos reguladores financeiros já tomaram medidas para estabelecer diretrizes claras para ativos digitais, como o projeto-piloto do Banco Central para um real digital e a integração das criptomoedas nos marcos de supervisão financeira.
Segundo um relatório da Chainalysis, a atividade institucional com criptomoedas no Brasil aumentou 48% entre o último trimestre de 2023 e o início de 2024. Esse forte crescimento tornou o país um destino privilegiado para empresas globais que buscam entrar no mercado latino-americano.
A FalconX foi avaliada em US$ 8 bilhões em sua última rodada de financiamento, em 2022, por US$ 150 milhões, com o apoio de investidores como Tiger Global, GIC e B Capital.
“A infraestrutura institucional da FalconX acelera nossa capacidade de fornecer soluções criptográficas perfeitas na velocidade que o mercado exige”, disse Andre Portilho, chefe de Ativos Digitais do BTG Pactual. “Sua ampla liquidez e capacidade de execução global nos dão uma vantagem significativa, enquanto continuamos a liderar a adoção de ativos digitais no cenário financeiro em constante evolução da América Latina.”
Reinaldo Rabelo, CEO do Mercado Bitcoin, fez coro com essa opinião, afirmando: “Admiramos o trabalho já em andamento globalmente e, como empresa pioneira atuando no Brasil desde 2013, o Mercado Bitcoin valoriza a presença de agentes que contribuem para um ecossistema de ativos digitais mais robusto e institucional”
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Hannah Collymore
Hannah é escritora e editora com quase uma década de experiência em redação para blogs e cobertura de eventos no universo das criptomoedas. No Cryptopolitan, Hannah contribui para a página de notícias, reportando e analisando os últimos desenvolvimentos em DeFi, RWA, regulamentação de criptomoedas, IA e tecnologias de ponta. Ela se formou em Administração de Empresas pela Universidade Arcadia.
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