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A febre das moedas digitais chega ao Banco Central holandês

PorAlbert KimAlbert Kim
Tempo de leitura: 2 minutos
Moeda digital

A febre das moedas digitais chegou ao Banco Central dos Países Baixos (DNB). O banco quer participar do desenvolvimento e teste do euro digital. Há uma mudança significativa no uso de moedas fiduciárias, e o dinheiro digital do banco central visa cash o crescimento previsto para o futuro.

A usabilidade das criptomoedas desempenhou um papel fundamental no combate à pandemia da COVID-19. Isso levou governos e bancos centrais a explorarem maneiras de aproveitar essa classe de ativos ainda pouco explorada. No entanto, o papel complementar que as moedas digitais desempenham não deve ser visto como uma forma de tornar as moedas tradicionais obsoletas.

O DNB está testando as águas da febre das moedas digitais

Em um relatório detalhado, o banco destaca o potencial inexplorado que as CBDCs podem liberar na economia atual. Além disso, mais de 60% da população do país utiliza moedas digitais em transações. Com muitas pessoas familiarizadas com criptomoedas, a adoção pode ser facilitada.

O relatório acrescenta:

Uma questão que surge naturalmente é se os bancos centrais deveriam fornecer um novo tipo de moeda que esteja mais bem sintonizado com as necessidades dos cidadãos e das empresas.

No início do ano, adent do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, afirmou que o BCE poderá se beneficiar da emissão da CBDC. Caso o desenvolvimento do euro digital seja iniciado, o DNB está pronto para participar do processo, inclusive com apoio à pesquisa e oferecendo "campos de teste", segundo o relatório.

Uma moeda digital desse tipo deveria facilitar os pagamentos internacionais, reduzir o custo das transações e baratear o processo. A conveniência é o objetivo final em uma economia diversificada. Isso seria muito útil em momentos de crise, como a que o mundo vivenciou com a pandemia do coronavírus.

Banco central emitiu moeda digital, o que gerou uma febre durante a crise

Em uma pesquisa recente conduzida pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS), o papel das CBDCs foi enfatizado, especialmente em situações de crise. O relatório destacou o lockdown induzido pelo coronavírus. Moedas físicas, terminais de cartão de crédito e plataformas que exigem o uso de senhas são algumas das áreasdentcomo pontos de transmissão do vírus, dando ao manuseio de moedas digitais uma vantagem.

Muitas empresas preferem pagamentos digitais, tornando o uso de moedas digitais a única opção. Como relatado anteriormente, o número de bancos centrais que aderem à febre das moedas digitais está aumentando. Isso pode inaugurar uma nova era para as criptomoedas, que poderão destronar o dólar americano da lista das moedas fiduciárias preferidas em todo o mundo.

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