O governo venezuelano lançou uma plataforma de remessas de criptomoedas para lidar com a hiperinflação que o país enfrenta. A plataforma, chamada Patria Remesas, permite que usuários de todo o mundo enviem criptomoedas para ela.
A Venezuela vive um estado de emergência, pois a baixa renda per capita, combinada com a hiperinflação, torna a vida muito difícil para a população. O país enfrenta problemas internos. Além disso, o atual regime está sob pressão do presidente dos EUA, dent Trump. dent socialista Nicolás Maduro, enquanto apoia seu sucessor, Juan Guaidó.
O agravamento da situação levou milhares de venezuelanos a emigrar para o exterior em busca de trabalho para enviar dinheiro para casa. No início, a situação era bastante simples, pois uma pequena quantia em dólares americanos era suficiente para cobrir o custo de vida. No entanto, o custo de vida na Venezuela quintuplicou entre dezembro de 2017 e abril de 2019.
O país ainda enfrenta muitos problemas devido à turbulência política e às sanções impostas pelos EUA para pressionar Nicolás Maduro.
Cryptopolitan já publicou notícias sobre o agravamento da situação na Venezuela, que podem ser lidas aqui.
Plataforma de remessas em criptomoedas: por quê?
O governo do país lançou oficialmente a Patria Remesas como forma de lidar com esse problema. A plataforma é capaz de receber fundos em criptomoedas de qualquer lugar do mundo.
O lançamento foi anunciado durante o programa Venezuela Crypto, transmitido pela Rádio Nacional da Venezuela (RNV). O anúncio também convidou os usuários a acumularem Petro como forma de escapar da inflação. Petro é uma criptomoeda lançada pelo governo da Venezuela.
Segundo o apresentador do programa, Petro foi inicialmente projetado por Nicolás Maduro para combater o imperialismo e remediar as consequências da guerra.
A apresentadora do programa, Joselit Ramírez, acredita que a criptomoeda foi um instrumento financeiro único que permitiu proteção contra a inflação.
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