O escritório de advocacia Murphy & McGonigle, renomadosteemcriou o banco de dados unificado de crimes com criptomoedas, que abrange informações sobre Bitcoin, altcoins e outras áreas do universo cripto.
O novo banco de dados Blockchain Litigation Database (BLG) está facilitando para os escritórios de advocacia a prestação de serviços jurídicos a clientes do setor de criptomoedas que se preocupam com questões de conformidade com a CFTC e a SEC.
Até o momento, foram registrados mais de duzentos e cinquenta casos; os detalhes de cada caso podem ser acessados no Banco de Dados de Litígios em Blockchain (BLG).
A plataforma foi desenvolvida pela Murphy & McGonigle, uma firma de advocacia especializada em direito financeiro, e tem como objetivo reunir todos os casos relacionados a criptomoedas de diferentes jurisdições em um banco de dados pesquisável.
Atualmente, a BLG representa empresas como Coinbase, Capital One, Bittrex e Morgan Stanley. Para conceder acesso, o escritório de advocacia cobra até cinco mil dólares (US$ 5.000) e, para uma assinatura mensal, cobra dois mil e quinhentos dólares (US$ 2.500).
Segundo Daniel Payne, sócio da Murphy & McGonigle, a maioria dos escritórios de advocacia está entrando nesse mercado e buscando desenvolver tecnologias que lhes permitam atrair a atenção de clientes já consolidados no setor de blockchain e moedas digitais.
A BLG indica que a CFTC e a SEC cumpriram a promessa de reprimir as vendas de valores mobiliários não registrados. No entanto, a grande maioria das pessoas no setor de criptomoedas se mostra cética quanto à forte atuação dos reguladores financeiros sobre o setor e à crença de que a falta de clareza nas regulamentações esteja impedindo o crescimento do setor.
banco de dados unificado de crimes cibernéticos