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O superávit comercial da China atingirá US$ 1,2 trilhão em 2025, o maior já registrado

Neste post:

  • A China registrou um superávit comercial de US$ 1,2 trilhão em 2025, o maior de sua história, após as exportações superarem as previsões e as importações permanecerem fracas.
  • As exportações de dezembro aumentaram 6,6%, enquanto as importações cresceram 5,7%, consolidando um salto de 20% no superávit anual a partir de 2024.
  • O comércio com os Estados Unidos continuou a encolher, com as exportações caindo 30% em dezembro e os embarques anuais recuando 20%.

A China encerrou 2025 com um superávit comercial de US$ 1,19 trilhão, valor arredondado pelos mercados para US$ 1,2 trilhão, estabelecendo um recorde global que nenhuma outra economia jamais alcançou.

Segundo dados da Administração Geral das Alfândegas, as exportações da China subiram 6,6% em dezembro em comparação com o ano anterior, em dólares americanos, bem acima da estimativa de 3% e mais rápido do que o aumento de 5,9% em novembro.

As importações cresceram 5,7%, superando as expectativas de 0,9% e marcando otronaumento desde setembro, quando as importações expandiram 7,4%, de acordo com dados da LSEG. Ao longo do ano, as exportações aumentaram 5,5%, as importações permaneceram estáveis ​​e a China encerrou 2025 com um superávit 20% maior do que em 2024.

O comércio da China com os Estados Unidos continua a diminuir

As exportações da China para os EUA caíram 30% em dezembro em comparação com o ano anterior, ampliando as perdas pelo nono mês consecutivo, enquanto as importações diminuíram 29% no mesmo período, de acordo com dados alfandegários.

Ao longo de todo o ano de 2025, as exportações da China para os EUA caíram 20%, enquanto as importações recuaram 14,6%.

Lv Daliang, porta-voz da alfândega, comentou a queda nas tarifas alfandegárias em entrevista coletiva na quarta-feira. Após apresentar Lv Daliang, ele afirmou que as relações comerciais com os EUA devem permanecer mutuamente benéficas e defendeu o diálogo e a negociação para solucionar disputas e expandir a cooperação.

Em dezembro, as exportações para a UE aumentaram 12%, enquanto as remessas para a Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) cresceram 11%. As importações de países europeus subiram 18%, mas as compras do Sudeste Asiático caíram 5%, mantendo o saldo geral inclinado para fora, a favor da China.

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A pressão sobre o excedente chinês se espalha pelo comércio global

Autoridades internacionais alertaram sobre a dimensão do superávit. Kristalina Georgieva, diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, instou Pequim em dezembro a depender menos das exportações e a acelerar os esforços para aumentar o consumo interno.

Em dezembro, autoridades chinesas afirmaram que expandiriam as importações e buscariam um comércio mais equilibrado. O cenário, porém, permanece difícil. A economia chinesa, avaliada em quase US$ 19 trilhões, continua sob pressão deflacionária, com uma forte retração no mercado imobiliário prejudicando o consumo das famílias e um mercado de trabalho fraco afetando a confiança. Os preços ao consumidor permaneceram estáveis ​​até 2025, ficando abaixo da meta oficial de 2%.

Havia poucos sinais de alívio nas tensões com Washington. Em outubro, Xi Jinping se reuniu com Donald Trump, então o 47ºdent dos Estados Unidos, após vencer a eleição de 2024. As conversas resultaram em uma trégua comercial de um ano, com a flexibilização de alguns controles de exportação e o aumento de tarifas. Pequim também se comprometeu a comprar pelo menos 12 milhões de toneladas de soja americana em dois meses.

Dados oficiais mostraram que as importações de soja totalizaram 111,8 milhões de toneladas no ano passado, um aumento de 6,5% em relação a 2024. As importações de soja em dezembro subiram 1,3%, para 8 milhões de toneladas. As exportações de terras raras saltaram 32% em dezembro, para 4.392 toneladas, e os embarques anuais desse mineral crítico aumentaram 12,9%.

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A China deverá divulgar os dados do PIB anual e do quarto trimestre na próxima segunda-feira, com economistas prevendo um crescimento de 4,5% no último trimestre, abaixo da meta de 5% estabelecida pelodent Xi Jinping.

O minério de ferro também registrou números recordes de comércio, com as importações chinesas subindo 1,8%, atingindo o pico de 1,26 bilhão de toneladas, o terceiro ano consecutivo de aumentos, segundo dados alfandegários. Ainda assim, o acúmulo de minério nos estoques portuários tornou-se mais evidente nos últimos meses, sugerindo que a demanda das siderúrgicas começou a ficar para trás.

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