Tecnologia blockchain impulsionará a luta da Coreia do Sul contra o diabetes

A Coreia do Sul planeja utilizar a tecnologia blockchain em sua luta contra o diabetes, já que essa doença crônica comum, que afeta mais de 3,6 milhões de pessoas na região, sobrecarrega os sistemas de saúde e os pacientes com custos de tratamento exorbitantes.
A tecnologia blockchain viu inúmeras aplicações nos últimos meses com o início da pandemia. Recentemente, uma startup de blockchain aproveitou essa tecnologia emergente para testar a autenticidade de kits de teste de COVID-19 em países em desenvolvimento, onde distinguir testes falsos de verdadeiros é um desafio.
Na semana passada, uma VeChain i-Dante para um hospital no Chipre entrou em operação, onde a tecnologia blockchain está sendo usada para trace registrar o histórico de COVID dos pacientes. Desde o fortalecimento das cadeias de suprimentos até a otimização de práticas bancárias tradicionais, como remessas internacionais, a tecnologia tem demonstrado grande utilidade nos últimos anos.
A tecnologia blockchain impulsiona a luta contra o diabetes.
Agora, o governo sul-coreano incumbiu uma startup de blockchain chamada Sendsquare de projetar um protótipo de livro-razão blockchain que armazena e gerencia dados clínicos de pacientes com diabetes.
A região tem testemunhado recentemente um aumento expressivo no número de pessoas afetadas por essa doença relacionada ao estilo de vida, devido às mudanças nos ambientes urbanos e ao aumento do consumo de dietas pouco saudáveis. Além disso, sabe-se que os asiáticos possuem, geneticamente, uma capacidade reduzida de secreção de insulina, o que resulta em mais de 60% dos pacientes diabéticos originários dessa região.
Embora a inclusão de tecnologias de ponta, como a IA, tenha ajudado o país em uma de suas batalhas mais desafiadoras na área da saúde, por meio da detecção precoce de doenças, a tecnologia blockchain ajudará a neutralizar os efeitos com uma melhor análise dos dados dos pacientes. A Sendsquare agora implantará a tecnologia para lidar com problemas como perda, manipulação e duplicação de dados, como observado no caso de redes hospitalares centralizadas.
Blockchain: Superando as deficiências da centralização
O projeto desenvolverá uma Plataforma de Registro de Dados de Pesquisa Clínica, baseada em blockchain e apoiada pela Agência Nacional de Promoção da Indústria de TI (NIPA) da Coreia do Sul, que auxiliará na criação de perfis precisos, na derivação de dados e no gerenciamento adequado de dados para diagnósticos e tratamentos aprimorados.
O principal hospital universitário de Seul, o Centro Médico da Universidade KyungHee, trabalhará em conjunto com a Sendsquare para analisar e gerenciar registros de pacientes coletados ao longo de nove anos. Segundo um de seus professores, os sistemas centralizados não conseguiram oferecer os resultados desejados no gerenciamento de grandes volumes de dados médicos. Há problemas recorrentes, e a tecnologia blockchain é uma solução potencial para esses problemas antigos, afirmou ele.
Entretanto, a solução blockchain oferecida tanto na rede pública quanto na privada estará pronta para implantação em seis meses, após os quais a Sendsquare buscará as aprovações necessárias para sua integração em todo o país.
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