Bitcoin dispararam no início de 2025, conquistando os primeiros lugares como as que mais valorizaram no mercado americano.
As ações da Riot Platforms dispararam 17,97%, fechando o dia a US$ 12,34, um aumento de US$ 1,88 no preço. A CleanSpark não ficou muito atrás, com alta de 14,29%, para US$ 10,80. A Marathon Digital Holdings e a Bitdeer Technologies acompanharam o ritmo, com dent de 14,12%, fechando a US$ 19,64 e US$ 26,10, respectivamente.
A MicroStrategy, gigante Bitcoin , registrou uma alta de 13,22%, subindo US$ 39,65 e fechando a US$ 339,66. Esses ganhos destacam a crescente confiança dos investidores em ações ligadas Bitcoin.
As ações americanas apresentam uma recuperação modesta.
O mercado de ações em geral também se recuperou após encerrar 2024 em baixa. O Dow Jones Industrial Average subiu 0,8%, para 42.569,94, o S&P 500 ganhou 1,3%, atingindo 5.915,99, e o Nasdaq Composite saltou 1,8%, fechando em 19.519,58.
Os investidores já estavam otimistas, com o setor de tecnologia liderando o movimento. A Tesla subiu 8% após bater recordes de vendas na China. A Nvidia teve alta de mais de 4%, impulsionando o desempenho do Nasdaq.
A futura administração dodenteleito Donald Trump é amplamente vista como favorável às criptomoedas, com expectativas de políticas que possam impulsionar uma maior adoção.
A nova administração está repleta de apoiadores das criptomoedas. Howard Lutnick no Departamento de Comércio, Paul Atkins na SEC e David Sacks como czar da IA e das criptomoedas — todos eles estão engajados.
Analistas preveem que Bitcoin poderá atingir entre US$ 150.000 e US$ 200.000 em 2025, graças ao aumento do interesse institucional e à maior clareza regulatória.
Enquanto isso, o S&P 500 acaba de encerrar 2024 com a sua pior queda de fim de ano em mais de sete décadas. Entre o Natal e o Ano Novo, o índice de referência caiu 2,6%, o pior declínio para o período de festas desde que os registros começaram em 1952.
Mas não foi apenas o mercado americano que sentiu a pressão. O yuan chinês caiu abaixo de 7,3 por dólar pela primeira vez desde 2023. Analistas veem isso como uma possível medida do Banco Popular da China para estimular o crescimento, permitindo a desvalorização da moeda. Isso ocorre em um momento em que as ações chinesas atingiram seus níveis mais baixos desde setembro e os rendimentos dos títulos soberanos despencaram para mínimas históricas.

