- A Colômbia possui o maior número de caixas eletrônicos Bitcoin na América Latina.
- Sua capital, Bogotá, possui 34 caixas eletrônicos Bitcoin .
- Os venezuelanos na Colômbia são os que mais utilizam caixas eletrônicos Bitcoin .
A Colômbia agora possui o maior Bitcoin na América Latina. O CoinATMRadar informa que a capital, Bogotá, tem 34 caixas eletrônicos, enquanto outras cidades também possuem alguns.
A Athena Bitcoin, rede americana de caixas eletrônicos, afirmou em 2018 que os venezuelanos na Colômbia são os que mais utilizam caixas eletrônicos Bitcoin . Acrescentaram que muitos freelancers na Colômbia recebem pagamentos em Bitcoin e, portanto, sacam seus ganhos por meio Bitcoin caixas eletrônicos.
O motivo do aumento dos caixas eletrônicos Bitcoin
A Colômbia adotou medidas extraordinárias para legalizar as criptomoedas e, como resultado, é o terceiro país com o maior número de entusiastas de criptomoedas. No mês passado, o governo colombiano aprovou um período de testes com pagamentos em criptomoedas, que se estenderá até 31 de dezembro. Em setembro, o Ministério da Tecnologia da Informação da Colômbia (MinTIC) solicitou ao setor público a adoção da tecnologia blockchain.
Em 2017, a Colômbia testemunhou um mercado de Bitcoin , superior ao de qualquer outro país do continente. Isso se deve, em parte, à preferência dos investidores colombianos por investimentos conversíveis. Além disso, Bitcoin são anônimos – não há documentos nem exigências. Os colombianos também costumam buscar oportunidades de investimento com pequenas quantias, o que Bitcoin uma opção rentável.
Uma pesquisa realizada em 2019 pela Paxful, uma corretora de criptomoedas, revelou um aumento na popularidade Bitcoin e do Ethereum entre os colombianos. Os resultados mostram que 80% estavam dispostos a investir em criptomoedas. Isso não é surpresa, já que a Paxful intermediou mais de US$ 1 milhão em transações com investidores colombianos em 2019.
Jarek Duque, analista-chefe para a região da América Latina do instituto financeiro Tradepedia LLC, com sede nos Emirados Árabes Unidos, revelou que os cartéis mexicanos e colombianos utilizam criptomoedas para lavagem de dinheiro. Ele acrescentou que a Colômbia possui conhecimento insuficiente do setor financeiro – apenas 1% da população o domina. O sistema bancário é escasso e a estrutura econômica atual é pouco desenvolvida.
Outros países sul-americanos, como a Venezuela e a Argentina, têm sido apontados como potenciais centros de criptomoedas devido às suas instabilidades governamentais e financeiras.

